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Data da viagem ainda não está confirmada, mas é possível que Temer viaje na quinta, porque a agenda principal da cúpula será logo na próxima sexta-feira

Presidente da República Michel Temer participou da Cúpula do G20 no ano passado, na China
Beto Barata/ PR - 5.9.16
Presidente da República Michel Temer participou da Cúpula do G20 no ano passado, na China

Dias após anunciar que havia cancelado a sua ida ao G20, o presidente da República, Michel Temer (PMDB), decidiu mudar de planos mais uma vez e agora vai para a Alemanha, a fim de participar da reunião entre os líderes das 20 principais economias do mundo. 

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Nesta sexta-feira (4), o Ministério das Relações Exteriores publicou um aviso à imprensa que confirma a viagem de Temer a Hamburgo, segunda cidade da Alemanha, onde acontecerá a cúpula do G20 , no final desta semana, nos dias 7 e 8 de julho.

A data da viagem do presidente da República ainda não está confirmada, mas é possível que Temer viaje na quinta-feira (6), porque a agenda principal da cúpula será logo na sexta.

Assim como na semana passada, quando o Planalto não informou o motivo do cancelamento da viagem, a assessoria do presidente não disse nesta segunda os motivos de o presidente ter decidido viajar à Alemanha.

Crise política e 2016

A viagem de Temer a Hamburgo acontece em meio à maior crise já vivida pelo seu governo desde que tomou posse da Presidência da República do Brasil.

Leia também: Rodrigo Janot denuncia Michel Temer ao STF pelo crime de corrupção passiva

O presidente, inclusive, foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pelo crime de corrupção passiva, se tornando o primeiro presidente brasileiro a ser formalmente denunciado no exercício do cargo.

A denúncia contra o presidente está na Câmara. Caberá aos deputados autorizar o Supremo Tribunal Federal (STF) a analisar a peça enviada pelo Ministério Público.

No ano passado, o presidente chegou a participar da cúpula do G20, na China. Na ocasião, ele embarcou poucas horas após o Senado aprovar o impeachment de Dilma Rousseff e se tornar o presidente efetivo do País. Sua presença na reunião do ano passado não foi vista com bons olhos pela comunidade internacional.

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* Com informações da Agência Brasil.

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