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Decisão foi tomada em uma reunião da cúpula do partido nesta manhã, após a divulgação da íntegra das delações dos donos da JBS na última sexta-feira

Calos Siqueira, presidente do PSB, afirmou que a situação de Fernando Coelho Filho não foi definida
Reprodução/Facebook
Calos Siqueira, presidente do PSB, afirmou que a situação de Fernando Coelho Filho não foi definida

A Executiva Nacional do PSB anunciou neste sábado (20) o rompimento com a base aliada do governo do presidente Michel Temer. A decisão foi tomada em uma reunião da cúpula do partido nesta manhã, após a divulgação da íntegra das delações dos donos da JBS, feita na última sexta-feira (19). A legenda tem 42 parlamentares no Congresso Nacional.

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Após a reunião, o partido divulgou uma resolução na qual defende a saída de Temer do governo . A legenda também defendeu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), de autoria do deputado federal Miro Teixeira (Rede-RJ), que prevê eleições diretas em caso de vacância da Presidência e da Vice-Presidência da República.

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De acordo com o presidente do partido, Carlos Siqueira, a situação do ministro das Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, filiado à legenda, não está definida. "O ministro não é indicação do partido. Eu sugeri que ele deixasse o cargo, mas ele tem liberdade para ficar, não em nome do partido", disse.

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Durante pronunciamento à nação esta tarde, o presidente Michel Temer disse que vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o inquérito aberto contra ele seja suspenso até que verificada a autenticidade da gravação feita pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, de uma conversa com o líder do governo.

*Com informações da Agência Brasil

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