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Em Goiás, criminosas transportavam entorpecentes e aparelhos em suas cavidades vaginais e disseram ganhar R$ 1.000 para cada celular entregue

Mulheres presas arrow-options
Divulgação
A Polícia Civil de Goiás prendeu duas mulheres que facilitavam a entrada de drogas e aparelhos celulares em um presídio.

A Polícia Civil de Goiás , com intermédio do DENARC , prendeu duas mulheres que promoviam e facilitavam a entrada de drogas e de aparelhos celulares dentro na Casa de Prisão Provisória (CPP). Rayanne Fernandes Gomes Moura e Raica Sabrina da Silva Mendonça teriam inserido as substâncias e objetos dentro de suas cavidades vaginais e aliciado outras mulheres para ajudarem a levar os itens para dentro do local.

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Além de serem embaladas em papel carbono e fita isolante, as drogas eram prensadas com martelo para evitar que o Raio X acusasse algo. Os celulares que foram encomendados e entrariam no presídio eram, em sua maioria, iPhones. O carro em que as autuadas estavam no momento da prisão possuía um compartimento feito para esconder drogas e armas.

Drogas apreendidas pelo DENARC arrow-options
Divulgação
Polícia aprendeu diversas drogas e aparelhos celulares com a dupla.

Com a operação, a Polícia Civil tirou de circulação maconha, cocaína, êxtase, oito aparelhos celulares e cerca de 20 chips de telefonia que entrariam no presídio. Uma das criminosas confessou que ganhava R$ 1.000 para cada aparelho que conseguisse levar para dentro da unidade. Ela contou ainda que recebia uma quantia para cada grama de droga que entrava na CPP.

As dupla foi presa após o cumprimento de dois mandados de prisão preventiva. Seus companheiros, Fábio Franco Beto e Wallace Vinícius Santa da Silva já estavam presos. A preparação das mulheres para levar as drogas e celulares era feita em banheiros próximos ao presídio.