Após mais de um século, o Egito voltou a localizar o túmulo de um faraó. De acordo com o Serviço de Informações do Estado do Egito, o sepulcro de Tutmés II, datado de 3.500 anos, foi descoberto em escavações arqueológicas que vinham sendo realizadas desde 2022.
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O túmulo do faraó Tutmés II era o único dos monarcas da 18ª Dinastia do Egito que ainda não havia sido identificado. Inicialmente, os arqueólogos supunham que o sepulcro situado no monte Tebas, a oeste da cidade de Luxor, pertencesse a uma esposa de faraó, mas a presença de artefatos funerários e inscrições com o nome de Tutmés II, mudaram os rumos do trabalhos.
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Antes de Tutmés II, a última tumba de um soberano egípcio havia sido a de Tutancâmon, descoberta 103 anos atrás. 


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Antes de Tutmés II, a última tumba de um soberano egípcio identificada havia sido 103 anos atrás. Foi no dia 26 de novembro de 1922 que o arqueólogo Howard Carter entrou na tumba de Tutancâmon, na que foi uma das descobertas mais importantes da história da arqueologia. Reprodução: Flipar
O faraó jovem, que reinou há mais de 3.300 anos e morreu precocemente, aos 19 anos, estava em uma das tumbas mais bem preservadas do Egito, o que alavancou os estudos de arqueologia Reprodução: Flipar
Atualmente, pesquisadores afirmam que várias mortes foram provocadas por fungos venenosos que proliferaram dentro da tumba. Mas a lenda da maldição persiste. Reprodução: Flipar
 A tumba de Tutancâmon passou por uma restauração entre 2009 e 2019, com uma interrupção durante a Revolução Egípcia de 2011. Especialistas fizeram um trabalho minucioso para recuperar e proteger o patrimônio após quase um século de visitação Reprodução: Flipar
Na restauração, os especialistas descobriram que as manchas marrons nas paredes são formadas por organismos microscópicos mortos há muito tempo. Não poderiam ser retirados sem afetar o aspecto. Mas não são uma ameaça Reprodução: Flipar
A tumba agora contém a múmia do faraó em uma caixa de vidro, assim como o seu sarcófago exterior, feito de madeira dourada. Reprodução: Flipar
A tumba de Tutancâmon fica no Vale dos Reis, uma vasta região de areia destinada no Antigo Egito ao descanso eterno dos poderosos. O vale fica próximo a Luxor, na margem oeste do Rio Nilo Reprodução: Flipar
Na tumba foram encontrados cerca de 5 mil objetos que se tornaram tesouros históricos. A maioria está no Museu Nacional do Cairo Reprodução: Flipar
Historicamente, Tutancâmon não teve a relevância de faraós que reinaram por décadas, com superpoderes, como Ramsés II.  Reprodução: Flipar
Mas tornou-se o mais emblemático por ser o primeiro cuja tumba foi descoberta intacta nos tempos modernos, pois as anteriores haviam sido remexidas durante séculos. Reprodução: Flipar
Ele assumiu o poder aos dez anos e, por isso, é chamado de Faraó Menino. Foi rei no período entre 1332 e 1323 a.C  Por meio de pesquisas computadorizadas, cientistas descobriram o verdadeiro semblante de Tutancâmon.   Reprodução: Flipar
As pesquisas também mostraram que, a despeito da fama de maldição, o jovem Tut, na verdade, sofreu bastante . Ele morreu de malária, contraída após uma lesão grave na perna Reprodução: Flipar
A máscara mortuária de Tutankâmon, de 54 cm de altura, é uma das peças arqueológicas mais famosas do mundo. Feita de ouro, tem pedras semipreciosas incrustadas para os detalhes dos olhos e das sobrancelhas, do colar e da serpente Reprodução: Flipar

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