O naufrágio do Titanic, uma das tragédias mais famosas da história, fez com que objetos que pertenceram aos passageiros ou tripulantes se tornassem relíquias. Vários já foram leiloados.  Reprodução: Flipar
Um deles é um relógio de bolso de ouro, que foi vendido por 900 mil libras (R$ 6,5 milhões), O relógio pertenceu ao passageiro mais rico na embarcação: o empresário John Jacob Astor, cujo corpo foi encontrado sete dias após o naufrágio.  Reprodução: Flipar
No mesmo leilão foi vendida a bolsa onde ficava o violino do maestro Wallace Hartley, diretor da orquestra que tocava enquanto o navio afundava. Entrou para a história a informação de que, mesmo após o choque com o iceberg que causaria o naufrágio, Hartley manteve a música.  Reprodução: Flipar
A bolsa foi leiloada por 290 mil libras (R$ 2,1 milhões).  O violino do maestro já havia sido leiloado em outubro de 2013 por 900 mil libras (R$ 6,5 milhões), mesmo valor alcançado pelo relógio de ouro de John Jacob Astor.  Reprodução: Flipar
Para atestar a autenticidade da roupa, a empresa Propstore divulgou, além do figurino, as etiquetas do ano da filmagem (1996) com o nome de DiCaprio escrito na peça.  A roupa foi arrematada por R$ 1,2 milhão.  Reprodução: Flipar
Veja agora outros objetos que foram leiloados e que pertenceram a pessoas que de fato existiram e estavam no navio.  Reprodução: Flipar
Em junho de 2023, a casa de leilões Zorrilla Subastas, de Montevidéu, no Uruguai, leiloou carta escrita pelo passageiro uruguaio Ramón Artagaveytia Gómez, empresário de 71 anos, em 11/4/1912, véspera do naufrágio, para o seu irmão Adolfo.  Reprodução: Flipar
Um relógio de bolso do comissário de bordo Edmund Stone foi obtido, em 2008, após um lance derradeiro de 130 mil libras Reprodução: Flipar
Único item de vestuário a permanecer intacto após a tragédia, um casaco de pele de castor da comissária de bordo Mabel Bennet foi leiloado por 210 mil libras em 2017 Reprodução: Flipar
Artigo que foi importante para as investigações sobre as causas do naufrágio, o projeto do navio da White Star Line foi arrematado por 308 mil libras Reprodução: Flipar
As chaves utilizadas pelo tripulante Samuel Hemming para buscar lanternas que servissem aos botes salva-vidas foram adquiridas por 20 mil libras em 2016. O funcionário da embarcação foi um dos sobreviventes do acidente e guardou a peça de latão até o fim da vida Reprodução: Flipar
O cardápio opulento do último almoço saboreado pelos passageiros da primeira classe foi leiloado por 76 mil libras em 2012. No menu constavam mais de 40 variedades de pratos Reprodução: Flipar
O sino do vigia do mastro de proa foi resgatado das profundezas oceânicas em 1985. Frederick Fleet, responsável pela vigilância do entorno marítimo, o badalou três vezes para alertar o comandante da presença do iceberg à frente Reprodução: Flipar
Frank Blackmarr ficou com um dos únicos coletes salva-vidas que sobraram da tragédia. O médico norte-americano ajudou a resgatar os 705 sobreviventes e guardou o equipamento Reprodução: Flipar
Em 1994, uma expedição encontrou o maior pedaço de casco do Titanic resgatado até hoje. O item da fuselagem de 15 toneladas, que fazia parte do deque da primeira classe, foi retirado do mar quatro anos depois, passando por procedimentos para retardar a ferrugem Reprodução: Flipar
Tira de latão com a inscrição Titanic foi arrematada em leilão por 28 mil libras. Ela despregou-se da proa de um dos botes salva-vidas utilizados no trabalho de resgate dos 705 sobreviventes do naufrágio Reprodução: Flipar
Em 1987, um bracelete de ouro e prata com o nome Amy gravado em diamante foi retirado do mar onde ficaram os destroços do Titanic  Reprodução: Flipar
O naufrágio do Titanic, ocorrido em 12 de abril de 1914.  A embarcação partiu do porto de Southampton, na Inglaterra, no dia 10 de abril de 1912, e tinha como destino Nova York, nos Estados Unidos Reprodução: Flipar
Na noite de 14 de abril, o transatlântico colidiu com um iceberg próximo da ilha de Terra Nova, no Canadá. O choque provocou danos graves no casco Reprodução: Flipar
A bordo do Titanic estavam mais de 2.200 pessoas, das quais 1.514 morreram na tragédia. O navio Carpathia, que seguia para Liverpool, na Inglaterra, resgatou 710 sobreviventes Reprodução: Flipar

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