Um grupo de arqueólogos descobriu mais de 850 artefatos históricos no deserto do Iraque, incluindo um machado de 1,5 milhão de anos. Reprodução: Flipar
O local onde o item foi encontrado fica em uma área que já foi um lago durante o período Pleistoceno, ou seja, entre 2,588 milhões e 11,7 mil anos atrás. Reprodução: Flipar
A descoberta foi feita pela arqueóloga Ella Egberts, da Universidade Livre de Bruxelas (VUB), durante um projeto-piloto na região de Al-Shabakah. Reprodução: Flipar
A busca revelou ferramentas feitas com a técnica de Levallois, utilizada pelos Neandertais e humanos primitivos há cerca de 300 mil anos. Reprodução: Flipar
Egberts planeja continuar pesquisando as mudanças ambientais do Pleistoceno e o comportamento humano primitivo na região, buscando financiamento para estudos futuros. Reprodução: Flipar
O deserto do Iraque faz parte do vasto deserto da Arábia, cobrindo grande parte da região ocidental e sudoeste do país. Reprodução: Flipar
A paisagem é dominada por temperaturas extremas, com verões escaldantes que frequentemente ultrapassam os 50°C e invernos que podem ser surpreendentemente frios, especialmente durante a noite. Reprodução: Flipar
Essa grande amplitude térmica é típica de regiões desérticas, onde a falta de umidade e a ausência de cobertura vegetal permitem que o calor se dissipe rapidamente após o pôr do sol. Reprodução: Flipar
O deserto desempenha um papel importante na geografia do Iraque, separando o país de seus vizinhos ocidentais, como a Síria, a Jordânia e a Arábia Saudita. Reprodução: Flipar
A região é pouco povoada, sendo habitada principalmente por comunidades beduínas nômades que dependem da criação de gado, como camelos e ovelhas, para sua subsistência.  Reprodução: Flipar
Há poucas cidades ou assentamentos no deserto, mas algumas vilas e oásis oferecem fontes limitadas de água e abrigo. Reprodução: Flipar
Em áreas onde a água está disponível, como em oásis ou próximo a wadis (leitos de rios secos que ocasionalmente recebem água), pode-se encontrar uma vegetação um pouco mais densa, incluindo tamareiras e outras plantas que conseguem sobreviver com pouca água. Reprodução: Flipar
A fauna do deserto do Iraque também é adaptada às condições áridas. Animais como gazelas, raposas-do-deserto, lagartos, cobras e uma variedade de insetos são comuns. Reprodução: Flipar
Muitas dessas espécies são noturnas, o que lhes permite evitar o calor intenso do dia. Reprodução: Flipar
Além disso, aves migratórias podem ser avistadas em certas épocas do ano, especialmente em áreas onde há alguma disponibilidade de água. Reprodução: Flipar
Apesar de sua aparência desolada, o deserto do Iraque tem relevância estratégica e histórica. Foi palco de importantes rotas comerciais na antiguidade, ligando a Mesopotâmia a outras civilizações da Península Arábica. Reprodução: Flipar
Além disso, a região desempenhou um papel significativo em conflitos modernos, como a Guerra do Golfo e a invasão do Iraque em 2003, quando as forças militares atravessaram essas terras áridas para alcançar Bagdá e outras áreas-chave do país. Reprodução: Flipar
Em termos de recursos naturais, o subsolo do deserto iraquiano abriga reservas de petróleo e gás, que são fundamentais para a economia do país.  Reprodução: Flipar
No entanto, a extração desses recursos é desafiadora devido às duras condições climáticas e à infraestrutura limitada da região. Reprodução: Flipar
Apesar das dificuldades associadas à vida no deserto do Iraque, ele continua sendo uma paisagem fascinante e cheia de história, testemunha do passado glorioso da Mesopotâmia e do povo iraquiano. Reprodução: Flipar
Um grupo de arqueólogos descobriu mais de 850 artefatos históricos no deserto do Iraque, incluindo um machado de 1,5 milhão de anos. Reprodução: Flipar

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