Entrou em vigor no Brasil a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de aparelhos celulares nas escolas do país. 
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Em 13/01, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a lei que atinge toda a educação básica - infantil, além de ensinos fundamental e médio - pública e particular.
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De acordo com o governo, a legislação visa proteger crianças e adolescentes dos prejuízos às saúdes mental, física e psíquica causados pela exposição às telas no ambiente escolar. Leis similares já foram adotadas em países como Espanha e França. 
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Segundo as autoridades de educação, há fartura de evidências dos prejuízos que esses dispositivos eletrônicos causam no aprendizado e na saúde mental de crianças e adolescentes.
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Segundo levantamento do Programa de Avaliação de Estudantes (Pisa), oito em cada dez estudantes brasileiros de 15 anos admitiram ter se desconcentrado em aulas de matemática pelo acesso a celulares.
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Até o fim de fevereiro, o Ministério da Educação (MEC) irá divulgar uma regulamentação para que a legislação seja aplicada de forma correta.
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No dia 31/01, o MEC publicou dois guias às redes de ensino e às escolas para auxiliar na implementação das medidas, que proíbem o uso dos dispositivos eletrônicos portáteis nas aulas e intervalos.
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No mesmo dia, o MEC promoveu um evento virtual de orientação às unidades escolares sobre o tema. 
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“A gente quer otimizar o uso, potencializar os benefícios e mitigar os efeitos negativos (da tecnologia)”, explicou Kátia Schweickardt, secretário de Educação Básica do MEC.
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Nos guias, assim como no evento virtual, o ministério orientou as escolas a reforçarem a importância da medida com vistas a proteger os alunos dos efeitos nocivos do uso de celular no período escolar.  
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O MEC enfatizou que o uso do celular é permitido em contextos específicos, como em atividades planejadas pelos professores com fins pedagógicos ou didáticos. Ou seja, a lei não exclui a tecnologia da educação.
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A tecnologia também pode ser um recurso para inclusão e acessibilidade de estudantes com deficiência, para atender questões de saúde e assegurar direitos fundamentais.
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O guia do MEC ressalta que o cenário ideal é que os alunos não levem o celular à escola, Porém, dada a dificuldade de implementar essa interdição, a indicação é que seja definido um “lugar seguro para que os aparelhos fiquem retidos”. 
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Uma preocupação externada pelo MEC é em relação à saúde mental dos jovens. Por isso,  os professores foram orientados a lidar com sinais de “abstinência” dos alunos pela privação do uso de celulares.
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Matéria do G1 de outubro de 2024 mostrou que em algumas escolas que anteciparam medidas de restrição de celulares houve reações emocionais de alunos angustiados com o que fazer nos intervalos sem aparelho, por exemplo. Em escola infantil, foi preciso fazer um processo de “desmame” de bebês que não aceitavam comer na presença de telas. 
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Por isso, o governo recomenda que haja iniciativas de escuta e acolhimento aos alunos que externem sofrimento emocional com a situação. As diretrizes devem ser estabelecidas pelas secretarias estaduais de educação.
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Por outro lado, escolas que implementaram as medidas já no ano passado relatam ganhos na interação entre os alunos e nas atividades pedagógicas. É o caso da Escola Estadual João Belo de Oliveira, em Carangola, cidade da Zona da Mata de Minas Gerais. Segundo o diretor Renato Torres declarou ao G1, após período de resistência houve rápida adaptação dos alunos. Os aparelhos são depositados em uma caixa.  Reprodução: Flipar
A restrição do acesso ao celular também no intervalo tem como objetivo estimular o convívio entre os estudantes, para que eles possam interagir e brincar distantes das telas.
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Vale lembrar que a lei restringe o uso nas escolas de outros dispositivos eletrônicos portáteis pessoais, a exemplo de tablets e relógios inteligentes. Reprodução: Flipar
Entrou em vigor no Brasil a Lei nº 15.100/2025, que restringe o uso de aparelhos celulares nas escolas do país. Reprodução: Flipar

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