O atleta Caio Afeto, especialista em esportes extremos, fez um salto de base jump no maior circuito de tirolesas do Brasil, que está sendo implantado na cidade de Pancas, no Espírito Santo.  Reprodução: Flipar
Referência em escalada na rocha, highline (corda bamba nas alturas) e base jump, Caio Salomão Amador, o Caio Afeto, nasceu em 29/7/1987, em Vila Velha, no Espírito Santo. E começou a fazer escalada em 2006.  Reprodução: Flipar
Caio Afeto, inclusive, tem no currículo o título de primeiro brasileiro a cruzar o abismo de Yosemite, nos EUA, sem proteção (foto).  Reprodução: Flipar
No Espírito Santo, ele se equipou para saltar da rocha gigantesca onde está sendo preparado um circuito de tirolesas que deverá se tornar um dos principais pontos turísticos do estado capixaba. E fez o salto de base jump.  Reprodução: Flipar
O maior circuito de tirolesa do Brasil, em Pancas, terá 3 km de extensão, juntando dois equipamentos: um de 2,1 mil metros e outro de 900m. A inauguração prevista para maio foi adiada para julho de 2024. Operários e técnicos estão na reta final dos preparativos.  Reprodução: Flipar
O projeto da tirolesa foi elaborado para impulsionar o turismo capixaba numa região de natureza exuberante. Quem fizer o passeio pelos ares na tirolesa vai ver a área urbana e também um espetacular conjunto de formações rochosas que são um marco no noroeste do estado, a quase 200 km da capital Vitória.  Reprodução: Flipar
As tirolesas são estruturas que misturam entretenimento e aventura, atraindo entusiastas pelo mundo. Elas podem estar em reservas naturais, parques de diversões, eventos (como o Rock in Rio) ou até em navios de cruzeiro.  Reprodução: Flipar
A tirolesa é uma atividade que surgiu na região de Tirol, na Áustria, e inicialmente era utilizada com forma de transporte de animais, pessoas e mantimentos, através de cabos instalados entre rios e montanhas. Reprodução: Flipar
A técnica faz com que os praticantes tenham a sensação de estar voando. E é isso que mais atrai os adeptos da diversão, além do visual da paisagem - geralmente belíssima - que se tem do alto.  Reprodução: Flipar
No Brasil, há tirolesas que são muito procuradas em diversos locais pelo país. Veja as principais.  Reprodução: Flipar
Tirolesa do Engenho - Fica no Engenho Park, em Florianópolis (SC).  É considerada a mais radical do Brasil. Tem 650 metros de extensão e 220m de altura. Chega a 120 km/hora. Do topo do Morro dos Macacos é possível avistar a Praia Mole, Joaquina, Inglese, Santinho, Moçambique e Barra da Lagoa.  Reprodução: Flipar
Tirolesa Pedra Bela - Fica na cidade de Pedra Bela, na região de Bragança Paulista (SP).  A tirolesa de Pedra Bela tem 1.900m de extensão e 190m de altura. Alcança velocidade de 107 km/h.  Reprodução: Flipar
Tirolesa Voadora - Fica no Hotel Fazenda Parque dos Sonhos, na cidade de Socorro (SP). É a primeira nesse estilo no Brasil. A pessoa vai deitada de bruços, como se estivesse voando. Tem 1 km de extensão e 140m de altura.  Atinge 60 km/h.  Reprodução: Flipar
Tirolesa do Adventure Park - Fica nesse parque no em Lages (SC).A tirolesa do Adventure Park passa por diversas formações rochosas. Tem 1.200m de extensão e 150m de altura no ponto mais elevado.   Reprodução: Flipar
Tirolesa K2000 - Fica entre as cidades de Benedito Novo e Rodeio (SC).  Reprodução: Flipar
A tirolesa K2000 é a maior do Brasil, com pouco mais de 2 km de extensão e 270m de altura. Parte da montanha do Big Mountain Adventure Park, no Vale do Itajaí. Alcança 100 km/h. Do Alto também se vê as cidades de Ascurra, Apiúna e parte de Blumenau.  Reprodução: Flipar
Tirolesa Raft Adventure Park - Fica na Serra Gaúcha, em Três Coroas (RS).  Reprodução: Flipar
A tirolesa do Raft tem 1.200m e opção de passeio para uma pessoa ou esquema canguru para adulto com criança. Velocidade de 70 km/h. Site oficial não informa a altura.  Reprodução: Flipar
Tirolesa do Morro de São Paulo - Fica no mirante, ao lado do Farol do Morro de São Paulo, na Costa do Dendê (BA). É a maior tirolesa sobre água no Brasil. Tem 340m de extensão e 70m de altura. E leva a pessoa para as águas da Primeira Praia.   Reprodução: Flipar
Tirolesa Alto Astral - Fica em Dias d´Ávila (BA) A tirolesa Alto Astral tem 500m de descida e 320m de retorno. A descida leva 22 segundos e se diferencia de outras tirolesas porque pode ser feita à noite.  Reprodução: Flipar
Tirolesa em Minas do Camaquã - Fica no Parque Minas Outdoor Sports, em Caçapava do Sul (RS). Tem 1.100m de extensão e 140m de altura. Atinge 85 km/h. Sai do topo do Morro da Cruz.   Reprodução: Flipar
Tirolesa da Praia dos Carneiros - Fica em Tamandaré, perto de Recife (PE).A tirolesa da praia dos Carneiros tem 700m de extensão e 108m de altura. Chega a 80 km/h.   Reprodução: Flipar
Tirolesa Voo do Gavião - Fica na Chapada dos Veadeiros (GO).  A tirolesa Voo do Gavião tem 850m de extensão e 100m de altura. Velocidade de 55 km/h. Do alto se contemplam os morros da Baleia e da Conceição e as serras Boa Vista, Almécegas e das Cobras.  Reprodução: Flipar
Tirolesa Nascente Azul - Fica em Bonito (MS).A tirolesa Nascente Azul tem 450m de extensão e 20m de altura. Atinge 60 km/h e pode ser feita em dupla.   Reprodução: Flipar
Tirolesa do Parque Ecológico Rio Formoso - Também fica em Bonito (MS).  A tirolesa do parque ecológico tem 520m de extensão e 40m de altura. Passa por plataformas suspensas com 23 obstáculos.   Reprodução: Flipar
No Rio de Janeiro, um projeto prevê a implantação de uma tirolesa no Pão de Açúcar. Mas moradores e ambientalistas entraram com uma ação para impedir a obra.  E o caso tem passado por esferas na Justiça. No fim de fevereiro, o Tribunal Regional Federal derrubou a liminar que impedia o projeto. Mas, ainda assim, não houve avanço por causa de pendências no licenciamento.  Reprodução: Flipar
O projeto prevê uma tirolesa de 755 metros de extensão a partir do Morro da Urca - por onde passa o famoso teleférico. Pelo plano original, a tirolesa, ao custo de R$ 50 milhões, deveria ter sido inaugurada no segundo semestre de 2023, tendo controle magnético e velocidade máxima de 100 km/h.  Reprodução: Flipar
O Ministério Público Federal aponta a suspeita de corte ilegal da rocha do Pão de Açúcar e sustenta que, além do risco ambiental, qualquer irregularidade pode resultar na perda do título de Patrimônio Mundial, honraria concedida pela Unesco em 2012.  Reprodução: Flipar

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