Um serviço de emergência que utiliza motocicletas está agilizando a assistência médica em Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Reprodução: Flipar
A iniciativa pertence ao SAMU, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que é público e existe em diversas partes do país. Reprodução: Flipar
A diferença é que a implantação do atendimento com motos permite que a vítima receba um socorro mais ágil que, em muitos casos, pode até determinar sua chance de sobrevivência. Reprodução: Flipar
Só que as motos, por não enfrentarem as restrições no trânsito que são impostas aos carros, conseguem chegar muito mais rapidamente ao destino, ampliando a chance de impedir a morte ou o agravamento do quadro da vítima. Reprodução: Flipar
A coordenadoria da Motolância explica que o serviço pode fazer quase tudo que uma ambulância faz, mas, por motivos óbvios, não transporta o paciente. Reprodução: Flipar
O profissional de saúde que vai de moto até o paciente leva uma bolsa com medicamentos, kits para contenção de hemorragias, desfibriladores (para quem está com alterações cardíacas) e oxigênio , entre outros itens. Reprodução: Flipar
Em Balneário Camboriú, 70% dos chamados atendidos pela Motolância são solucionados sem a necessidade da chegada da ambulância. Reprodução: Flipar
O sistema de atendimento começa quando alguém liga para o telefone 192, do Samu, pedindo por socorro. Uma moto, então, é enviada, completamente equipada, para uma assistência rápida. Reprodução: Flipar
Dependendo do caso, uma ambulância vai atrás e, se houver necessidade de encaminhamento mais especializado, o profissional de saúde controla o paciente com os remédios e os aparelhos necessários para que ele possa aguardar pelo veículo. Reprodução: Flipar
A ambulância, então, faz uma assistência detalhada e leva o paciente ao hospital, para procedimentos mais delicados e internação. Reprodução: Flipar
O SAMU foi criado em 2003 pelo governo federal, como primeiro instrumento do Plano Nacional de Atenção às Urgências. Reprodução: Flipar
O serviço é mantido por três esferas: governo federal, governo estadual e prefeituras de municípios. Reprodução: Flipar
O serviço faz uma triagem pelo telefone, fornecendo orientações quando o caso nem mesmo requer a presença de um profissional de saúde. Ou direcionando os casos mais simples para Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e os casos mais graves para hospitais gerais ou de referência. Reprodução: Flipar
Desta forma, uma pessoa que esteja passando mal pode ligar, ela mesma, para o 192 e pedir esclarecimentos e auxílio. Reprodução: Flipar
Geralmente, porém, os casos  mais comuns são de pessoas que ligam pedindo ajuda para terceiros. O SAMU sempre leva o paciente para hospitais públicos. Somente depois da assistência pública é que o paciente ou sua família pode solicitar a transferência para hospital privado. Reprodução: Flipar
Isso geralmente acontece quando o caso não é grave e permite que o paciente seja levado de um hospital para outro numa ambulância. Essa transferência é comum para pessoas que têm plano de saúde ou que se disponham a pagar pelo tratamento privado. Reprodução: Flipar
O Samu tem parceria com o Corpo de Bombeiros e helicópteros são usados em caso de necessidade, para emergências em que o tempo de chegada ao hospital possa determinar vida ou morte. Reprodução: Flipar
O telefone 192, por ser de emergência, funciona em qualquer aparelho, mesmo quando a pessoa está sem crédito no celular. E a ligação é sempre gratuita. Reprodução: Flipar
Dependendo da necessidade, o Samu monta atendimento de campanha, com tendas de lona para assistência aos pacientes. Reprodução: Flipar

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