Um professor da Universidade do Arizona, nos EUA, resolveu fazer um experimento curioso utilizando uma ‘câmera pinhole’.  Reprodução: Flipar
A ideia dele é posicionar a câmera num local fixo e documentar as mudanças na paisagem da cidade de Tucson ao longo mil anos. Reprodução: Flipar
Também conhecida como ‘câmera estenopeica’, a pinhole é um tipo de câmera que usa um orifício muito pequeno (pinhole) no lugar de uma lente para projetar uma imagem em um plano de filme ou sensor. Reprodução: Flipar
As câmeras pinhole são um dos tipos mais simples de câmeras e podem ser feitas com materiais simples, como uma caixa de sapatos, papel alumínio e um alfinete.  Reprodução: Flipar
Elas são frequentemente usadas como ferramentas educacionais para ensinar os princípios da fotografia. Reprodução: Flipar
Alguns especialistas dizem que a tecnologia já é conhecida desde cerca do ano 500 a.C. Reprodução: Flipar
A intenção do professor não é apenas documentar as mudanças físicas na paisagem, mas também usar seu projeto como uma ferramenta para pensar sobre os impactos ambientais. Reprodução: Flipar
Segundo o professor, todos os eventos na área ao longo dos mil anos serão capturados em uma imagem, que ele espera que esteja disponível para as próximas gerações.  Reprodução: Flipar
Para ele, o cerne do projeto é estimular uma reflexão atual sobre as mudanças rápidas nas áreas urbanas e no meio ambiente. Reprodução: Flipar
Em outras palavras, de acordo com o professor, as pessoas seriam incentivadas a pensar em maneiras de preservar a região ao máximo. Reprodução: Flipar
Para assegurar a eficácia do projeto, o buraco da câmera foi feito em ouro de 24 quilates, justamente para não se deteriorar ao longo do tempo. Reprodução: Flipar
O professor inclusive já está se antecipando e planeja instalar outras câmeras desse tipo em locais como Los Angeles, os Alpes Austríacos e Chongqing, na China. Reprodução: Flipar
Essa técnica possibilita observar alterações que seriam difíceis de perceber no ritmo normal do tempo, como o deslocamento das nuvens, o crescimento das plantas ou as mudanças nas áreas urbanas. Reprodução: Flipar
O intuito do professor é levar essa técnica ao limite, ampliando o tempo de captura para mil anos, assegurando uma representação visual profunda das mudanças causadas pelo tempo. Reprodução: Flipar
A cidade de Tucson, que será utilizada para o experimento, fica localizada no deserto de Sonora, no estado americano do Arizona.  Reprodução: Flipar
Inclusive, Tuscon é a segunda maior cidade do Arizona, com uma população de mais de 500.000 habitantes. Reprodução: Flipar
A cidade é muito conhecida por seu clima quente e seco, suas belas paisagens desérticas e sua rica história e cultura. Reprodução: Flipar
Tucson abriga uma variedade de atrações, incluindo o Parque Nacional Saguaro (foto), as Montanhas Santa Catalina e o Museu do Deserto de Tucson. Reprodução: Flipar
O Parque Nacional Saguaro é um dos destinos mais procurados de Tucson. O lugar abriga milhares de cactos saguaro, alguns dos quais têm mais de 150 anos! Reprodução: Flipar
A cidade também é o lar da Universidade do Arizona (UArizona), a maior universidade do estado, fundada em 1885. Reprodução: Flipar

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