O governante chinês encontrou-se com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, na Califórnia, no dia 15 de novembro.
“Certamente, se a República Popular da China tomar a decisão de devolver alguns dos pandas aos Estados Unidos, lhes daríamos as boas-vindas de novo”, declarou John Kirby, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos.
Os pandas gigantes são um símbolo e tesouro nacional chinês. Eles são associados a ideias de paz e gentileza, uma porta de entrada da nação oriental para o mundo.
Naquele ano, aconteceu célebre visita do então presidente americano, Richard Nixon, à República Popular da China para encontrar-se com o líder local, Mao Tsé-Tung.
O primeiro-ministro chinês Zhou Enlai ofereceu um casal de pandas gigantes aos Estados Unidos.
No transcorrer das décadas, mais ursos foram enviados aos Estados Unidos e se tornaram as principais atrações de zoológicos locais.
Diante da escalada das tensões entre Washington e Pequim, os chineses passaram a pedir a devolução dos pandas gigantes.
Em outubro de 2023, Mei Xiang e Tian Tian, que chegaram em 2000, e seu filhote de três anos Xiao Qi Ji (“Pequeno Milagre”, em chinês), que nasceu durante a pandemia, voltaram para o país oriental.
A previsão é de que os quatro pandas gigantes do Zoológico de Atlanta, na Geórgia, retornem à China no final de 2024.
No entanto, durante sua visita aos Estados Unidos Xi Jinping mostrou-se disposto a presentear novos ursos como forma de reaproximação com os Estados Unidos.
Em 2021, autoridades da China anunciaram que os pandas gigantes não constam mais da lista de animais sob risco de extinção.
Com o número de exemplares no patamar de 1,8 mil, a espécie passou para a classificação dos vulneráveis.

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