Revista elege os melhores filmes de todos os tempos!

A “Variety”, uma das revistas de entretenimento mais respeitadas dos Estados Unidos, publicou, pela primeira vez, sua lista com os 100 melhores filmes de todos os tempos.

wikimedia commons Variety magazine

Foi em dezembro de 2022. O FLIPAR mostrou e republica para quem nao viu.A relação foi definida a partir dos votos de críticos, editores e redatores do próprio veículo. Confira agora os 15 primeiros da lista!

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#15. “Aurora” (1927): O filme conta a história de um homem que, após pensar em assassinar a esposa, se vê atormentado pela culpa que carrega e por uma mulher atraente e sedutora que invade sua cabeça.

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#14. “Faça a Coisa Certa” (1989): Dirigido, escrito e produzido por Spike Lee, o filme aborda questões raciais em um distrito de Brooklyn, nos EUA, um bairro predominantemente ocupado pela população negra nos anos 80.

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#13. “A Regra do Jogo” (1939): Esse filme se passa nos anos 30 e aborda os dilemas de uma família burguesa que decide passar o verão numa casa de campo dos próprios empregados.

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O filme chegou a ser proibido durante a ocupação da França pela Alemanha Nazista e as cópias originais foram destruídas depois de um bombardeio. Só em 1959, o longa foi restaurado e exibido no Festival de Veneza.

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#12. “Os Bons Companheiros” (1990): É considerado por muitos a melhor obra do diretor Martin Scorsese. O filme conta a vida de um jovem que cresce em meio ao domínio da máfia e decide seguir pelo mesmo caminho.

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#11. “Cantando na Chuva” (1952): Um clássico absoluto da história do cinema, o filme conta a história de dois astros do cinema mudo se vendo diante dos desafios de uma iminente transição para o cinema falado.

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#10. “O Resgate do Soldado Ryan” (1998): O top 10 da “Variety” abre com esse clássico do diretor Steven Spielberg. O filme segue o Capitão Miller (Tom Hanks), que recebe a missão de comandar um grupo para resgatar o soldado James Ryan, em plena Segunda Guerra Mundial.

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#9. “A Malvada” (1950): Esse filme conta a história de uma jovem que se infiltra na vida de uma atriz consagrada, com o intuito de usá-la para conseguir sucesso.

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#8. “A Felicidade Não Se Compra” (1946): Além de ocupar o oitavo lugar na lista, "A Felicidade Não Se Compra" foi considerado o filme mais inspirador de todos os tempos, em votação promovida pelo “American Film Institute” (AFI).

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O longa conta a vida de um candidato a anjo que é enviado para a terra com o objetivo de salvar a vida de um homem que está prestes a cometer suicídio. O filme é tão aclamado que se tornou também o mais assistido em época de Natal nos EUA.

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#7. “2001: Uma odisseia no espaço (1968)”: Considerado por muitos críticos a obra máxima do aclamado diretor Stanley Kubrick, “2001” costuma dividir opiniões do público geral por ter uma narrativa complexa e fora do convencional.

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#6. “Os Sete Samurais” (1954): Esse é um clássico do prestigiado diretor japonês Akira Kurosawa. Conta a história de sete samurais que têm a incumbência de proteger uma vila de criminosos que constantemente aterrorizam o lugar e as pessoas que ali vivem.

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#5. “Pulp Fiction: Tempo de Violência” (1994): O quinto lugar da lista da “Variety” é apenas o segundo longa do diretor Quentin Tarantino, mas que já foi premiado com um Oscar de Melhor Roteiro.

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#4. “Cidadão Kane” (1940): Esse é um filme considerado revolucionário para a história do cinema por conta das técnicas utilizadas pelo diretor Orson Welles, que eram tidas como muito à frente do seu tempo e que viriam servir de base para quase tudo que veio depois.

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Vira e mexe “Cidadão Kane” aparece em primeiro lugar em algumas outras listas de melhores filmes da história.

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#3. “O Poderoso Chefão” (1972): Outro filme que também costuma aparecer em primeiro em outras listas. É difícil pensar em cinema sem lembrar dessa que é a obra máxima do diretor Francis Ford Coppola.

reprodução / o poderoso chefão

O filme foi indicado a 11 Oscars e venceu três, além de ter marcado a ascensão de um ainda jovem Al Pacino.

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#2. “O Mágico de Oz” (1939): Essa fábula do diretor Victor Fleming chamou a atenção de todos na época em que foi lançado por utilizar uma técnica conhecida como “Technicolor”, um processo que deixava as cores do filme mais vivas.

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Uma curiosidade é que o filme foi um fracasso de bilheteria na época, tendo custado 2,7 milhões de dólares e faturado “apenas” 3 milhões. Os bastidores do longa foram conturbados e “O Mágico de Oz” teve ao todo 14 roteiristas e cinco diretores.

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Apesar de todas as dificuldades, o filme foi aos poucos se tornando um dos maiores clássicos da história do cinema e de quebra ainda eternizou uma das canções mais famosas de todos os tempos, “Over the Rainbow”.

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#1. “Psicose” (1960): Quando muitos questionavam se Alfred Hitchcock deveria se aposentar, o diretor lançou esse que é tido por muitos como sua maior obra.

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Na época, a audiência, já acostumada com os filmes do cineasta, duvidavam que ele ainda poderia surpreendê-los de alguma forma. Eis que surge “Psicose”, um filme fascinante e surpreendente até hoje.

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Depois de comprar os direitos para a adaptação do livro homônimo, Hitchcock comprou o maior número de exemplares que conseguiu para que as pessoas não tivessem acesso ao material e pudessem se surpreender com seu filme.

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A preocupação com spoilers do diretor era tamanha, que ele escondeu o fim do filme do próprio elenco até o momento de filmar as cenas.

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Apesar de na época já existirem filmes em cores, Hitchcock decidiu filmar em preto e branco para que o filme fosse menos chocante para o público e o mais barato possível.

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