Um manifestante em Naypyidaw pisa emfoto do Gen Min Aung Hlaing, que liderou o golpe da semana passada
Maung Lonlan/Reprodução
Um manifestante em Naypyidaw pisa emfoto do Gen Min Aung Hlaing, que liderou o golpe da semana passada


O Reino Unido e a União Europeia querem que o conselho de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) "lamente fortemente" o  golpe militar em Mianmar e exija, urgentemente, o acesso de monitores quando o órgão se reunir para uma sessão especial nesta sexta-feira (12).

Um projeto de resolução, que circulou entre diplomatas do Reino Unido e da UE, parece ter sido atenuado em relação a projetos anteriores que teriam condenado o golpe .

O movimento sugere a resistência que os esforços para pressionar o exército de Mianmar, conhecido localmente como Tatmadaw, enfrentarão de outras potências em um fórum com 47 países membros que tem relações com a nação, especialmente Rússia e China.

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A resolução pede que o investigador da ONU sobre direitos humanos em Mianmar, Thomas Andrews, tenha acesso urgente e irrestrito ao país, de acordo com a Reuters.

Andrews disse, em um comunicado na quarta-feira (10), que os órgãos de segurança e a polícia têm o dever de se abster de usar força excessiva contra manifestantes pacíficos e que "seguir ordens não é defesa para cometer atrocidades ".

O conselho de segurança da ONU pediu, na semana passada, a libertação da líder eleita, Aung San Suu Kyi, e de outros detidos pelos militares, mas não chegou a condenar o golpe.


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