Nicolás Maduro creditou explosão a grupos defensores de Juan Guaidó, líder da oposição ao governo
Reprodução/Twitter @NicolasMaduro
Nicolás Maduro creditou explosão a grupos defensores de Juan Guaidó, líder da oposição ao governo

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro , denunciou um ataque armado sofrido nesta quarta-feira (28) contra a maior refinaria do país, um após líderes da oposição alertaram para uma explosão, sem vítimas, em suas instalações.

Em coletiva de imprensa no palácio presidencial de Moraflores, em Caracas, Maduro afirmou que a refinaria de Amuay "foi atacada com uma arma poderosa, uma arma grande", e que "queriam causar uma explosão e derrubaram uma torre com aço de espessura superior a um tanque de guerra", continuou.

O presidente disse que as autoridades estão investigando o caso, mas que os autores são "grupos terroristas de Juan Guaidó " - parlamentar que lidera a oposição ao governo do socialista.

Guaidó rebate

Em sua conta no twitter, Juan Guaidó disse que a acusação é mentirosa. "Maduro, como de costume, mente. O que destruiu Amuay e as refinarias foi a corrupção e o roubo", escreveu.

A refinaria pertence ao gigantesco complexo de refino de Paraguaná, um dos maiores do mundo, com capacidade para processar 955 mil barris por dia (bpd) de óleo cru e combustíveis, mas hoje enfraquecida pelo colapso da indústria petrolífera venezuelana.

A oferta de petróleo do país, que era de 3,2 milhões de barris diários há 12 anos, está abaixo de 400 mil, segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP).

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