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Frontex, The European Border And Coast Guard Agency Handout
Imagens de contrabandistas e migrantes avistados no Mediterrâneo


A Airbus e duas empresas armamentistas israelenses receberão R$ 657 milhões para operar drones não tripulados para localizar refugiados e migrantes que tentam cruzar o mar Mediterrâneo para a Europa, de acordo com contratos assinados com a União Europeia (UE). As operações começarão no próximo ano, após testes realizados na ilha grega de Creta .


A Airbus, conglomerado aeroespacial e de defesa europeu, trabalhará com a estatal Israel Aerospace Industries (IAI) para operar os sistemas de aeronaves remotamente pilotados (RPAS) de média altitude e longa duração - conhecidos como drones - para " serviços de vigilância aérea marítima ".

A UE gasta cada vez mais dinheiro no policiamento de suas fronteiras, depois que o número de refugiados e migrantes que tentaram entrar na Europa aumentou em 2015, pressionando os governos dos Estados membros.

A reação política levou a um grande aumento nos gastos com medidas para policiar as fronteiras do sul da Europa. O orçamento da agência responsável, a Agência Europeia da Guarda Costeira e de Fronteiras - também conhecida como Frontex - aumentou de apenas 6 milhões de euros em 2005 para 142 milhões de euros em 2015, antes de subir para 460 milhões de euros este ano.

Os drones ficarão baseados na Grécia, Itália ou Malta. As empresas fornecerão o equipamento e também operadores humanos para controlar os drones por meio de links de rádio e satélite.

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