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A carta foi interceptada por policiais antes de chegar à Casa Branca, disseram as autoridades


Uma mulher foi presa sob suspeita de enviar um pacote contendo veneno de ricina ao presidente dos EUA , Donald Trump, de acordo com autoridades de imigração do país.

A mulher - que não teve a identidade divulgada - foi encontrada em um cruzamento de fronteira em Buffalo, Nova York, enquanto tentava entrar nos EUA, supostamente, portando uma arma .


Acredita-se que a carta contendo o veneno mortal tenha vindo do Canadá, de acordo com investigadores locais. A correspondência foi descoberta na semana passada, antes de chegar à Casa Branca.

A ricina, um veneno encontrado naturalmente na mamona, foi usada em outras tentativas de ataque contra à Casa Branca nos últimos anos. O governo Trump ainda não comentou o incidente.

O Federal Bureau of Investigation (FBI) e o Serviço Secreto estão investigando o pacote, que foi localizado em uma instalação de processamento de correspondência enviada à Casa Branca. "No momento, não há ameaça conhecida à segurança pública", disse o FBI, em comunicado.

A suspeita também pode ter enviado ricina para endereços no Texas , incluindo uma prisão e um escritório do xerife. Ela deve comparecer ao tribunal na terça-feira (22), em Buffalo.

A ricina é uma substância letal que, se ingerida, inalada ou injetada, pode causar náuseas, vômitos, hemorragia interna e, por fim, falência de órgãos.

Não existe nenhum antídoto conhecido. Se uma pessoa for exposta à ricina, a morte pode ocorrer dentro de 36 a 72 horas, dependendo da dose recebida, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

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Sementes de rícino, que são usadas para fazer o veneno mortal da ricina, que vem da planta mamona


O CDC disse que o veneno - que tem sido usado em planos terroristas - pode ser transformado em uma arma na forma de pó ou granulado.


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