Rússia
Reprodução/Twitter
Kremilin


A Justiça da Rússia condenou nesta quarta-feira (22) o historiador Yuri Dmitriev a três anos e meio de prisão por abuso sexual de sua filha adotiva .


No entanto, como ele está preso desde junho de 2018, será libertado em novembro por já ter cumprido a maior parte da pena.

No entanto, muitos observadores analisam o julgamento como um caso de perseguição política ao historiador de 64 anos, pois Dmitriev ficou conhecido por investigar e acusar o ex-líder da União Soviética Josef Stalin de inúmeros crimes.

Na mais importante revelação, o pesquisador encontrou uma vala comum contendo milhares de esqueletos na rede de campos de prisioneiros conhecido como Gulag, em Carelia.

Em 2018, um outro tribunal russo absolveu Dmitriev das acusações de pedofilia, mas o governo, através do Ministério Público, o manteve em cárcere por conta de uma nova acusação.

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