dióxido de cloro
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Remédio já foi oferecido como cura do autismo


O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Indecopi) entrou nesta sexta-feira (10) com ordens para o laboratório Mediline e a empresa Mercado Libre, no Peru, para que dióxido de cloro pare de ser vendido. Em seu site, a Mercado Libre é vendida como remédio para curar a Covid-19 .


O órgão recebeu denúncias de uma pessoa que teve problemas devido ao consumo da substância, após ler na internet que seria possível se curar da doença transmitida pelo novo coronavírus.

"O produto viria a ser oferecido como uma solução potencialmente segura e eficaz para superar a Covid-19, apesar de prejudicar a saúde dos seres humanos, já que não teria apoio científico ou autorização sanitária", afirmou a Indecopi.

O composto químico para consumo humano e não é usado como medicamento. O dióxido de cloro é usado como alvejante e desinfetante.

O mesmo alerta foi emitido por um comitê científico na Bolívia. O órgão informou que o consumo do dióxido de cloro pode ser nocivo à saúde. O composto é capaz de causar anemia, diarreia, vômito, pressão baixa, insuficiência respiratória e distúrbios sanguíneos.

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