Apesar de a pandemia ainda estar ativa na Holanda, as profissionais do sexo ficaram felizes por retornarem ao trabalho no famoso bairro da Luz Vermelha, em Amsterdã. 

Felicia Anna, chefe do sindicado da Luz Vermelha, explicou ao The Guardian que desinfeta tudo em que o cliente possa ter tocado, mas que estes procedimentos já eram comuns no ramo antes mesmo da pandemia de Covid-19 . "Já lidamos com doenças muito maiores que o coronavírus", disse ela.

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Reprodução / NYT
Na Holanda, profissionais do sexo são registrados e pagam impostos

"Durante a quarentena muitas trabalhadoras sexuais sentiram dificuldades financeiras, portanto estamos muito felizes por podermos retomar o nosso trabalho", continuou Felicia.

Ao relatar a volta ao trabalho,Foxxy (nome artístico) não poupou detalhes. "Desinfetamos, lavamos as mãos e limpamos os lençóis após cada marcação. Isso são procedimentos básicos. A maioria de nós vai evitar o contato cara a cara, portanto, sem beijos. Não temos de usar máscara durante o trabalho, o que é ótimo... graças a Deus".

Havia o receio entre as profissionais do sexo  que o número de clientes reduzisse, visto que muitos eram turistas. No entanto, segundo o feedback recebido pelo jornal, o trabalho tem estado normal. A prostituição é legal na Holanda desde 2000, e os trabalhadores sexuais estão registados na rede comercial do país e pagam impostos.

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