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Yan Boechat
Até esta segunda-feira, 25, 23.473 pessoas morreram pelo novo coronavírus no País, segundo dados do Ministério da Saúde

A diretora-geral da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), Carissa Etienne, anunciou nesta terça-feira (26) que a entidade prevê 88,3 mil mortes por Covid-19 no Brasil até o dia 4 de agosto. Até esta segunda-feira, 23.473 pessoas morreram pelo vírus no País, segundo dados do Ministério da Saúde.

"O Brasil precisa aumentar o número de testes. Atualmente, são cerca de três mil por milhão de habitantes. Em um País tão grande, de cidades povoadas como Rio e São Paulo, é de importância vital implementar medidas de mitigação, como aumentar os testes e tentar manter o distanciamento social. A situação não vai melhorar na próxima semana. Ainda há um longo caminho a percorrer", alertou Espinal.

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Etienne afirmou que “não há dúvidas” de que a América é o novo epicentro da pandemia do novo coronavírus, e chamou a atenção para os Estados Unidos e para o Brasil, países que vêm registrando os maiores números diários de novos casos da doença. 

De acordo com a diretora, existe "um aumento exponencial" de óbitos diários no Brasil. A expectativa é de que, em 22 de junho, a média seja de 1.020 mortes por dia.

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A entidade também voltou a reforçar que não recomenda a hidroxicloroquina para tratamento da Covid-19.

Na segunda-feira (25), a OMS anunciou a suspensão dos testes com a substância depois de um estudo, publicado na sexta-feira (22), apontar que não há eficácia dela contra a doença e, ainda, dectectar risco de arritimia cardíaca nos pacientes que a utilizaram.

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