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Reprodução/Twitter
Segundo o diretor-geral da OMS, países precisam conseguir fazer testes para rastrear Covid-19 antes de pensar em relaxar isolamento

A Organização Mundial de Saúde ( OMS ) agendou, para esta sexta-feira, uma reunião com presidentes e lideranças mundiais que busca discutir a crise causada pela pandemia da Covid-19 e a democratização do acesso a possíveis medicamentos. O encontro, porém, não contará com o Brasil.

Segundo a coluna assinada pelo jornalista Jamil Chade, parte do governo sequer sabia do mega-evento. Historicamente, o Brasil é conhecido por liderar o assunto de distribuição de medicamentos, bandeira defendida por diferentes presidentes na história da política nacional.

Um fundo de US$ 8 bilhões deve ser anunciado para firmar o compromisso de distribuição caso qualquer medicamento ou vacina eficaz contra a doença seja criado pelos países que participam do acordo.

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Desta vez, o presidente francês Emmanuel Macron será o líder do encontro coordenado pela OMS. Além disso países como Costa Rica e alguns governos da América do Sul também estarão presentes.

A relação do Brasil - representado pelo presidente Jair Bolsonaro - com a OMS, porém, segue conturbada. Na última quinta-feira, em transmissão pela internet, o presidente chegou a afirmar que a Organização não é digna da confiança do Brasil já que "o diretor não é médico".

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