Jeanine Añez
Reprodução/Twitter
Senadora Jeanine Añez assumiu a presidência da Bolívia interinamente

O governo interino da Bolívia anunciou neste domingo (22) a sua entrada no Grupo de Lima, grupo formado por dezenas de países americanos para combater a crise na Venezuela. O bloco, formado em 2017, procura ajudar a encontrar uma solução para a crise institucional e humanitária no país, que tem uma inflação estimada em 200.000% para o fim de 2019, segundo o FMI.

"O Ministério das Relações Exteriores da Bolívia comunica o ingresso da Bolívia no Grupo de Lima", diz comunicado publicado hoje no site da chancelaria, citado pela agência de notícias estatal ABI (Agência Boliviana de Informação).

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Desse modo, a Bolívia "contribuirá para encontrar uma solução pacífica, democrática e constitucional para a crise na Venezuela, que deve ser conduzida pelo povo venezuelano", diz o breve comunicado.

O Grupo de Lima foi criado em 2017 por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru. A Bolívia era um dos poucos que não estava no grupo por conta da afinidade que havia entre o ex-presidente Evo Morales e Nicolás Maduro.

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