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Estima-se que cerca de 100 pessoas ainda estejam dentro da Universidade Politécnica de Hong Kong. 600 já saíram e 400 manifestantes foram presos

Agência Brasil

Protesto em Hong Kong arrow-options
Reprodução/Twitter Michael Zhang
Protesto em Hong Kong

A chefe do Poder Executivo de Hong Kong, Carrie Lam, está pedindo que os manifestantes que permanecem dentro de uma universidade saiam de forma pacífica e encerrem essa situação perigosa.

Lam disse nesta terça-feira (19) que ainda há cerca de 100 manifestantes dentro da Universidade Politécnica de Hong Kong . Um tenso embate continua com a polícia desde o final de semana. Lam afirmou que 600 manifestantes já saíram, e 400 foram presos.

Ela disse que "eles precisam parar com a violência, entregar suas armas e sair pacificamente, obedecendo as instruções da polícia".

A situação resultou em algumas das mais dramáticas cenas no território desde que os protestos tiveram início mais de 5 meses atrás. Eles foram desencadeados por um controverso projeto de lei de extradição que já foi arquivado. Entretanto, as manifestações de transformaram em um movimento mais amplo.

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A escalada da violência em Hong Kong agora ameaça o andamento das eleições distritais programadas para o próximo domingo. Lam disse que quer que a votação ocorra. Entretanto, deu a entender que há uma possibilidade de que seja adiada caso a população não posso votar com segurança.