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Marido da idosa foi quem percebeu que ela estava respirando e com pulso. Caso aconteceu na Tailândia e família custou acreditar que idosa ressuscitou

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The Sun/Reprodução
Momento em que paramédicos checavam o pulso da idosa, que estava fraco. Família tentava aquecer corpo que ficou três dias em caixão.

A idosa Phinij Sopajorn, de 70 anos, sofria de inchaço na tireódie e veio a falecer em decorrência do problema no domingo (20). O que a família não esperava é que ela retornasse à vida momentos antes de ser cremada, na Tailândia. 

O corpo de Sopajorn havia sido levado pelos familiares para um funeral budista. Durante três dias, ela foi mantida em um caixão frio. Nesta quarta-feira (23) o corpo de Sopajorn foi levado para o local onde aconteceria a cerimônia e depois a cremação. 

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O costume de lavar o rosto com uma flanela, executado pelo marido Thawin Sopajorn, de 73 anos, foi o ato que salvou a vida da idosa . Momentos antes do corpo entrar no incinerador, Thawin teria notado que a esposa estaria respirando suavemente, além de ter reparado que os olhos dela piscavam. 

O marido entrou em contato com paramédicos para analisar se a idosa estava viva. Após a 'ressurreição', Sopajorn foi levada para casa e deitada ao lado de garrafas de água quente para tentar elevar a temperatura do corpo. 

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'Depois que ela morreu, no domingo, achei estranho que o seu corpo não ficou endurecido', comentou Thawin, ao falar que os filhos e os parentes acharam que ele estava tendo alucinações ao dizer que a esposa estava viva. 

'Minha nora, que é médica, verificou o pulso da minha esposa e confirmou que ela estava viva, mas com pulso muito fraco', contou ao The Sun. 

Os paramédicos informaram que a idosa realmente voltou à vida, mas que não há expectativa de que ela volte a falar. Sopajorn atualmente está sob os cuidados da família, mas não há expectativas para que ela consiga se recuperar e ter uma vida normal.