Jornalista de um jornal norte-americano  é retirado a força de coletiva de imprensa cedida por Trump e Putin, em Helsinque
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Jornalista de um jornal norte-americano é retirado a força de coletiva de imprensa cedida por Trump e Putin, em Helsinque

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o da Rússia, Vladimir Putin, cederam à imprensa, nesta segunda-feira (16), uma entrevista coletiva. O evento ocorre imediatamente após a primeira cúpula entre os dois líderes mundiais, que ocorreu na manhã de hoje, em Helsinque, na Finlândia. Porém, a coletiva de imprensa não começou com tranquilidade. 

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Isso porque um homem foi afastado, por seguranças, do local onde ocorre a coletiva de imprensa , após ser flagrado segurando um objeto que foi classificado pelas autoridades de Helsinque como um "item malicioso". De acordo com as primeiras informações a respeito do episódio, o homem é um jornalista.

O repórter, identificado pela NBC como Sam Husseini, trabalha na publicação  The Nation e trazia um cartaz onde estava escrita a seguinte sentença: "Tratado de proibição de armas nucleares ". O seu afastamento do local ocorreu em forma de interrupção e à força, logo no início da coletiva.

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Além de trabalhar na The Nation , Husseini é diretor de comunicações da organização sem fins lucrativos Institute for Public Accuracy (em português, Instituto da Precisão Pública), com sede em Washington. Essa organização promove especialistas progressistas como fontes alternativas para os principais repórteres da mídia norte-americana.

Coletiva de imprensa com Trump e Putin

A entrevista coletiva com os dois líderes mundiais teve início perto das 12h15 e durou mais de 50 minutos. Nela, Putin afirmou que o encontro com Trump foi um sucesso, que foi frutífero e que a conversa aconteceu sob uma atmosfera franca. 

Além disso, Putin disse ainda que a guerra fria é "coisa do passado", pois a situação do mundo mudou dramaticamente. Por sua vez, Trump disse que os EUA foram "tolos" por manterem todo o histórico de relacionamento frio com a Rússia, e disse que ambas as nações são culpadas pela relação pouco amigável que era sustentada entre eles. 

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Ambos, durante a coletiva de imprensa , reafirmaram que a Rússia não influenciou no resultado das últimas eleições presidenciais dos Estados Unidos – sobre os quais Trump afirmou categoricamente que "nada" teve influência.  

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