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Pelo Twitter, o presidente dos EUA afirmou que os três prisioneiros estão voltando em um avião com o secretário de Estado, Mike Pompeo; libertação dos presos era exigência para futuro encontro entre os líderes dos dois países

libertação dos prisioneiros era uma exigência de Donald Trump, que vai protagonizar um encontro histórico com Kim
Twitter/Donald Trump
libertação dos prisioneiros era uma exigência de Donald Trump, que vai protagonizar um encontro histórico com Kim

A Coreia do Norte libertou três norte-americanos que estavam detidos no país. Por meio de uma publicação no Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (9) que Kim Hak-song, Tony Kim e Kim Dong-chul voltarão para o território norte-americano em um voo compartilhado com o secretário de Estado, Mike Pompeo, que estava no país.

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"Estou satisfeito em anunciar a vocês que o secretário de Estado Mike Pompeo está no ar voltando da Coreia do Norte com os três senhores maravilhosos que todos estão querendo encontrar. Eles parecem estar em boa saúde. Também, foi uma boa reunião com Kim Jong-un. Data e lugar definidos", disse Donald Trump pelo Twitter.


O avião deve chegar na madrugada desta quinta-feira (10) na base de Andrews da Força Aérea dos Estados Unidos, onde o republicano receberá os ex-prisioneiros. "Estarei lá para cumprimenta-los. Muito empolgante!", disse.

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O pastor Dong-chul foi preso em 2016 depois de ser acusado de espionagem e condenado a 10 anos de trabalhos forçados. Já os outros dois eram funcionários da Universidade de Pyongyang e foram detidos em 2017.

Libertação era exigência

A libertação dos prisioneiros era uma exigência do governo norte-americano, que vai protagonizar um encontro histórico entre Trump e o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-un, no fim de maio ou início de junho.

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Pompeo foi até Pyongyang para ajustar os últimos detalhes da reunião, que, de acordo com Donald Trump , já tem data e local definidos. Em outra publicação no Twitter, o líder dos EUA afirmou que revelará tudo nos próximos dias, mas a zona desmilitarizada entre as Coreias foi descartada.

* Com informaçoes da Ansa

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