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Cornejo foi preso esta semana, acusado de homicídio; investigações apontam hemorragia interna como a causa mais provável da morte da mulher

Ruben Valera Cornejo foi preso esta semana, acusado de matar esposa com bomba-morteiro durante relações sexuais
Reprodução/Facebook
Ruben Valera Cornejo foi preso esta semana, acusado de matar esposa com bomba-morteiro durante relações sexuais

Uma mulher morreu tragicamente depois de seu marido ter utilizado uma bomba-morteiro como brinquedo sexual após voltarem de um bar em Arequipa, no Peru. O caso, que ocorreu em novembro do ano passado, só foi divulgado pela mídia peruana esta semana, em paralelo com a prisão de Ruben Valera Cornejo por suspeita de homicídio da esposa. 

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Durante um interrogatório, o homem disse à polícia que não se lembra muito bem do ocorrido por ter consumido bebida alcóolica em excesso. Ele relata se recordar apenas de sua esposa Yubitza Llerena pedindo-lhe para que introduzisse objetos aleatórios nela durante a relação sexual. Ele afirmou ter adormecido, encontrando a mulher já sem vida na manhã seguinte.

Investigações e causa da morte

De acordo com o The Sun , os responsáveis pelas investigações apontaram que o explosivo,  arma leve de artilharia para alvos de curto alcance, foi encontrado com manchas de sangue e pelos pubianos dentro de uma bolsa na casa onde moravam juntos. Além disso, alegaram ter achado outros objetos possivelmente utilizados no ato.

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O chefe de polícia de Arequipa, Javier Arana, disse que a bomba-morteiro, com cerca de 40 cm de comprimento e 5 cm de largura, estava inativa e provavelmente servindo como um objeto decorativo na residência. "Além desses objetos, muitos analgésicos foram encontrados na casa. Ainda não sabemos informar se Llerena consumiu os comprimidos para amenizar a dor”.

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Também durante o interrogatório policial, Cornejo negou que tenha utilizado o morteiro na esposa durante o sexo. Familiares da vítima acusam o homem de feminicídio e pedem pena de prisão máxima. “Ruben deve ficar na prisão pelo que fez com a minha filha, eu não vou descansar até vê-lo atrás das grades por muito tempo”, disse o pai de Yubitza, Washington Llerena. Segundo os oficiais, hemorragia interna foi apontada como a causa mais provável da morte da mulher.