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Reprodução/Metro.co.uk
O australiano Dwayne Lindsey está sendo acusado de matar o bebê de seis meses de idade de sua então namorada


Dwayne Lindsey, de Melbourne, na Austrália, está sendo acusado de matar um bebê de seis meses de idade – filho de sua namorada – após “confundi-lo com uma aranha”. Segundo o portal Metro , a criança morreu após sofrer um grave traumatismo craniano e lesões na medula espinhal em junho de 2016.

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O homem estava na casa da namorada, Michelle Dearing, quando Chayse Dearing dormiu em seu colo. Foi neste momento que Lindsey afirma ter "pensado que o bebê era uma aranha e deu um pulo", o que teria ocasionado a queda do menino. Em julgamento na Suprema Corte de Victoria, ele alegou que Chayse escorregou de seu colo e bateu a cabeça contra um aquecedor.

Por outro lado, o promotor Nicholas Papas, que está atuando no caso, disse que a versão de Lindsey não coincide com o laudo médico, sugerindo que a morte da criança, muito provavelmente, não foi um acidente.

Michelle não estava em casa no momento do incidente. Ela conta que recebeu uma ligação do então namorado, lhe informando de que havia "algo de errado com o bebê", ainda pedindo para que a mulher voltasse para casa. Assim, a mãe ligou para a emergência e imediatamente voltou para a residência, onde encontrou médicos tentando reanimar seu filho.

Ela ainda disse que planejava se casar com Lindsey, que era extremamente paciente com uma criança “que não era seu filho”, e adorava brincar com o bebê . “Ele ficava animado quando Dwayne brincava com ele”, falou sobre Chayse. “Ele se jogava nos braços de Lindsey”, lembra. 

"Não suporto bebês que choram"

Em outro caso com mortes de bebês, uma babá chocou os Estados Unidos ao confessar ter matado três crianças porque "não consegue suportar bebês que choram . Agora, Nancy Moronez, de 60 anos, está sendo acusada dos assassinatos – incluindo o de seu filho de apenas duas semanas – entre os anos de 1980 e 1985.

Segundo o portal Metro , a mulher confessou à sua filha, recentemente, ter sido responsável pelas mortes, que até então eram atribuídas à Síndrome de Morte Súbita Infantil, conhecida como SIDS.

A primeira vítima foi o seu filho, que morreu em 1980 ao ser mergulhado em uma banheira. A babá explicou que ainda secou o corpo e o vestiu com fraldas e roupas antes de ligar para a emergência.

O segundo bebê foi um menino de seis meses de idade, que foi sufocado até a morte com um cobertor em 1984. A terceira vítima era uma menina de 11 semanas, que foi assassinada da mesma forma que o segundo bebê, dessa vez, em 1985.

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A primeira sessão para julgar o caso que chocou o país aconteceu na última sexta-feira (23), mas o processo para indiciar a mulher por assassinato de segundo grau ainda não foi concluído. Não foi divulgada a qual acusação Lindsey está respondendo por confundir uma criança com uma aranha.

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