Universidade de Sydney se pronunciou sobre as denuncias, afirmando que tomará providências para melhorar campus
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Universidade de Sydney se pronunciou sobre as denuncias, afirmando que tomará providências para melhorar campus

Alunos foram acusados de se masturbarem com potes de xampu deixados no banheiro feminino durante rituais estranhos na Universidade de Sydney. Esse e outros registros aparecem no relatório “Chega de Estupro no Campus Austrália”, que denunciou casos absurdos durante a recepção de calouros, além de acontecimentos de assédio e violência sexual, sofridos por estudantes ao longo do ano passado.

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Segundo o documento, uma em cada 17 estudantes sofreram assédio sexual na universidade em 2017, sendo expostas a humilhações executadas por veteranos. Um estudante do Campus St. Andrew’s contribuiu para o relatório, alegando ter visto um grupo de rapazes se masturbando com recipientes de xampu e condicionador. Ele disse que os garotos queriam ‘pregar uma peça’ nas meninas, fazendo-as lavar os cabelos com uma mistura de produto e sêmen.

Outros casos e posicionamento

Outros estudantes também relataram atitudes invasivas tomadas por mais grupos de veteranos. De acordo com as denúncias, beber vinho nas calças dos alunos era algo frequente na faculdade. “Eles faziam as garotas se ajoelharem e beber o líquido que escorria no pênis de cada um, como uma espécie de ‘desafio’”, expôs o documento.

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Os novatos ainda foram obrigados a mergulhar em águas lotadas de peixe podre em um “ritual de iniciação”. Uma aluna identificada somente como Gabbie foi a principal vítima da ‘cerimônia’, sendo trancada em um banheiro com outros homens e forçada a tomar cerveja diretamente da genitália do veterano escolhido para o chamado “banho de ingresso”.

Além disso, outros alunos foram forçados a tomar uma mistura que continha vômito, fezes de vaca e urina, sendo também obrigados a transmitir atividades sexuais para toda a internet.

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 Diante do documento de denúncia, a Universidade de Sydney se pronunciou por meio de uma nota oficial, publicada pelo jornal Metro : "Estamos cientes de algumas acusações registradas no relatório, e por isso, colocaremos em prática projetos com outras faculdades, a fim de melhorar a cultura do campus. Várias dessas denúncias envolvem drogas, consumo excessivo de álcool e violência sexual . Continuaremos trabalhando com estudantes e grupos de defesa para tornar o local seguro e acolhedor novamente”.

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