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Rafael Moura
Cidadão italiano de 51 anos foi preso por estuprar pelo menos três prostitutas brasileiras em Milão

Um homem acusado de ter violentado e roubado diversas prostitutas na Itália nos últimos anos foi preso, pela polícia local, na tarde desta terça-feira (6). Os crimes, cometidos em várias cidades do país, tinha como alvo, em sua maioria, garotas de programa brasileiras.

De acordo com os investigadores, o suspeito, um cidadão italiano de 51 anos que não teve o nome revelado pela imprensa italiana, agia como um "estuprador em série". Em seu histórico, há cerca de 23 crimes envolvendo prostitutas sendo investigados.

O suspeito foi preso em um hotel situado nos arredores da estação ferroviária de Pisa, na região da Toscana, onde estava hospedado.

O homem marcava programa com as garotas de programa pelo telefone, se dirigia às casas das mulheres, geralmente de origem brasileira, e as dopava com álcool e soníferos. Na sequência, o italiano estuprava as vítimas e roubava dinheiro de seus apartamentos.

Segundo as primeiras informações passadas pela polícia, pelo menos três vítimas, todas de Milão, já foram confirmadas. Nesses casos, há provas de que o suspeito preso era o estuprador em questão.

Além desses três casos, outros 20 estão sendo analisados. Nessa sequência de crimes, o suspeito teria se apropriado de pelo menos 10 mil euros em dinheiro vivo, roubados das casas e dos apartamentos de suas vítimas.

Segundo a imprensa italiana, o homem denunciado estaria planejando uma fuga para a Rússia. Apesar de seu nome não ter sido revelado para o público, já era decorado por forças de segurança e o suspeito já era procurado por policiais de toda a Europa. 

Denúncia de brasileira

A denúncia contra o 'estuprador em série' partiu de uma prostituta brasileira, em 2016. No caso, ela havia sido violentada dentro da própria casa, após aceitar receber o cliente, em uma noite de programas. Segundo os dados de 2008, o Brasil tinha 75 mil garotas de programa na Europa. Hoje, há previsão de que o número tenha aumentado, mas não se sabe o dado exato.

* Com informações da Agência Ansa.

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