Presidente do Equador, Lenín Moreno acredita que ataque foi resposta de narcotraficantes ao cerco da polícia na região
Twitter/Policía Ecuador‏/Reprodução
Presidente do Equador, Lenín Moreno acredita que ataque foi resposta de narcotraficantes ao cerco da polícia na região

A explosão de um carro-bomba deixou 28 pessoas feridas na madrugada de sábado (27) na província de Esmeraldas, no Equador . A ação terrorista, como foi classificada pelo governo equatoriano, aconteceu na frente de uma instalação policial. De acordo com autoridades, o ataque foi realizado por grupos ligados ao narcotráfico e o crime organizado.

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Segundo o presidente do Equador, Lenín Moreno, trata-se do primeiro ataque terrorista da história do país. “Desde a madrugada [de sábado], reforçamos o número de agentes policiais e militares na região, além da presença do Ministério do Interior”, afirmou o líder equatoriano. “É um ato terrorista ligado a grupos de narcotraficantes que têm sido golpeados pelas forças de segurança. Não vamos permitem que nos amedrontem. Estamos tomando todas as medidas necessárias.”

O local da explosão fica a cerca de 170 quilômetros da capital Quito e na fronteira com a Colômbia. Além dos feridos, a explosão também causou prejuízos a residências da região e automóveis que estavam próximos da base policial. O ministro do Interior do Equador, César Navas, disse que as autoridades ainda investigam quem são os criminosos por trás do ataque.

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Estado de exceção

A fim de evitar novos ataques na região, o presidente Lenín ordenou o enviou de 600 homens para o local. Ele também decretou estado de exceção por 60 dias para que a segurança na província e no entorno sejam reforçadas.

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O ministro do Interior também informou que o país já está em contato com a Colômbia para que a segurança na fronteira seja reforçada de ambos os lados. Em entrevista coletiva neste domingo (28), autoridades equatorianas garantiram ainda que as famílias que ficaram desabrigadas por conta do ataque estão recebendo o atendimento necessário.


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