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Os acusados foram presos e devem passar 20 anos na cadeia; vítima relata que vem sendo abusada e torturada sexualmente desde dezembro de 2016

O casal foi condenado a 20 anos de prisão e foram afastados de seus direitos parentais, não podendo mais criar os filhos
Reprodução/east2west news
O casal foi condenado a 20 anos de prisão e foram afastados de seus direitos parentais, não podendo mais criar os filhos

Um pai e uma mãe confessaram ter abusado sexualmente da filha de 12 anos por aproximadamente dois anos. Durante as investigações policiais, o casal chegou a afirmar para os oficiais que “antes isso [o abuso] tenha acontecido com eles do que com um maníaco qualquer”. O caso ocorreu na Rússia e ambos estão sendo acusados de pedofilia por terem transformado a criança em "escrava sexual", de acordo com a lei local.

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Eles foram presos sob custódia em Volgograd e devem cumprir uma pena de 20 anos na cadeia. A menina relatou aos investigadores que vem sendo violentada frequentemente pelo casal . Segundo a menor, os abusos sexuais teriam começado em dezembro de 2016 e só pararam em março do ano passado, quando foram descobertos.

Os crimes foram identificados em uma consulta médica, quando o pediatra notou que a menina tinha muitos problemas com seu ciclo. Ele alega ter começado a desconfiar dos estupros após descobrir que a criança não era mais virgem.  

O pai tem 35 anos de idade e teve a identidade preservada por motivos legais. Ele está sendo acusado de estuprar a menina todos os dias – e muitas vezes com a mãe na mesma cama.

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Tortura sexual

Já a mulher, de 35 anos, que também foi identificada, é julgada por torturar a criança sexualmente com um pênis artificial. Informações do jornal Metro expuseram que, antes do julgamento criminal, eles foram afastados de seus direitos parentais, não podendo mais criar a menina e o outro filho, que não teve a idade e o nome revelados.

Em um dos interrogatórios, a mãe da garota contou à polícia que ela própria "foi estuprada quando tinha 13 anos". Quando questionada sobre as motivações para o crime contra a filha, respondeu que “ela e o marido teriam concordado em 'treinar' sua filha, com antecedência, para a vida adulta”.

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A mulher assegurou que “achou melhor para a criança perder a virgindade com o próprio pai do que aprender isso de outras formas”. Ela ainda disse às autoridades que “sua filha foi feita exatamente para participar de atos sexuais a três com o casal”. Os avós da vítima moravam no mesmo apartamento que a família, porém ressaltaram nunca terem desconfiado doa abusos.

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