Presidentes da China e Estados Unidos, respectivamente, Xi Jinping e Donald Trump em encontro em abril deste ano
White House/Reprodução 06.04.2017
Presidentes da China e Estados Unidos, respectivamente, Xi Jinping e Donald Trump em encontro em abril deste ano

Que o clima está tenso entre o presidente dos Estados Unidos , Donald Trump, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, não é novidade. O ponto é que, em meio à sequência de ataques bilaterais que têm sido proferidos entre os dois chefes de Estado, o republicano norte-americano agendou um tour pela Ásia.

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A viagem de Donald Trump pelo continente asiático deve acontecer entre os dias 3 e 14 de novembro. O tour passará por cinco países e a crise com a Coreia do Norte deve ser um dos assuntos a serem tratados na ocasião.

De acordo com a Casa Branca, que anunciou a viagem nesta sexta-feira (29), Trump e sua esposa, Melania, devem visitar o Japão , a Coreia do Sul , a China , o Vietnã e as Filipinas.

Nesses países, está agendada uma série de encontros bilaterais e multilaterais. Apesar de não detalhar os temas que estarão na agenda, Washington informou que a viagem se deve "à importância de uma região livre e aberta para a prosperidade e a segurança da América".

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O presidente dos Estados Unidos deve aproveitar ainda a viagem para reforçar "a importância dos laços econômicos justos e recíprocos com os parceiros comerciais no país" e mostrará o "reforçamento da determinação internacional em fazer frente à ameaça da Coreia do Norte e para assegurar uma completa, verificável e irreversível desnuclearização da península coreana".

Ameaça de guerra entre as nações

O ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, acusou, no início da semana, o presidente norte-americano de declarar a guerra a seu país, em referência aos tuites feitos pelo republicano durante o fim de semana, afirmando que “a Coreia do Norte não durará por muito tempo”. 

Em resposta, porém, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, classificou de "absurda" a afirmação do ministro norte-coreano. "Não declaramos guerra à Coreia do Norte e francamente a sugestão é absurda", disse Sanders.

O governo chinês pediu a Kim Jong-un e a Donald Trump para acabarem com a escalada de ameaças e provocações e exortou-os a “parar de jogar gasolina no fogo”, após um novo episódio de tensão dialética na Assembleia Geral da ONU. 

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* Com informações da Agência Ansa.

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