Tamanho do texto

Sob o lema "No tinc por" (Não tenho medo), multidão percorre cidade em ato que será encerrado em Las Ramblas, palco de atentado que deixou 15 mortos

Divulgação/Guàrdia Urbana de Barcelona
"No tinc por" (Não tenho medo) foi o lema de passeata contra o terrorismo neste sábado em Barcelona

Mais de 500 mil pessoas, entre elas as principais autoridades da Espanha, participam neste sábado (26) de uma manifestação que percorre as principais ruas de Barcelona para protestar contra o terrorismo e homenagear às vítimas dos atentados que deixaram 15 mortos na região da Catalunha. As informações são da agência de notícias EFE .

O rei da Espanha, Felipe VI, está presente no ato, acompanhado do presidente do governo da Espanha, Mariano Rajoy, do presidente da região da Catalunha, Carles Puigdemont, e da prefeita de Barcelona, Ada Colau.

Um único cartaz com a frase escrita em catalão "No tinc por" (Não tenho medo) abre a manifestação, que acabará na Praça da Catalunha, ao lado de Las Ramblas, local onde ocorreu o atropelamento de dezenas de pessoas em ato terrorista  que deixou 15 mortos e mais de cem feridos.

A manifestação, que começou por volta das 18h locais (13h em Brasília), foi convocada pela Câmara Municipal de Barcelona e pelo governo regional da Catalunha.

Carregam esse primeiro cartaz membros das forças de segurança, dos serviços de emergência, das comunidades muçulmanas e de associações civis e de alguns grupos de profissionais que ajudaram às vítimas logo depois do ataque.

Mais atrás estão familiares das vítimas dos atentados de Barcelona e Cambrils, além de uma delegação de organizações que trabalham em favor da paz, contra o racismo e em defesa dos direitos humanos.

Na sequência estão os representantes das mais altas instituições da Espanha, da Catalunha, das demais regiões e cidades do país, assim como líderes de partidos políticos.

É a primeira vez que um rei participa de uma manifestação na história da democracia da Espanha. Ainda como príncipe, Felipe VI liderou a marcha de 2004 em Madri, após os atentados de 11 de março daquele ano, que deixaram 193 mortos e mais de 1.700 feridos.

Leia também: Jovens russas que torturaram e mataram mais de dez animais são condenadas

    Notícias Recomendadas

    Faça seus comentários sobre esta matéria mais abaixo.