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Presidente dos EUA foi criticado por ter incluido pessoas que se revoltaram com o protesto de neonazistas em suas declarações sobre Charlottesville

Em declaração sobre confronto em Charlottesville, Donald Trump criticou tantos os supremacistas quanto os antifascistas
White House/Reprodução
Em declaração sobre confronto em Charlottesville, Donald Trump criticou tantos os supremacistas quanto os antifascistas

Depois do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , ser criticado por não ter sido mais direto em suas críticas sobre os confrontos em Charlottesville neste sábado (12) , a Casa Branca afirmou neste domingo (3) que ele estava condenando todas as formas de violência, intolerância e ódio, incluindo os atos dos supremacistas brancos, Ku Klux Klan, neonazistas e todos os grupos extremistas.

De acordo com a agência de notícias Reuters, o porta-voz da Casa Branca afirmou que o presidente disse “de maneira muito forte” que condena a violência vista na manifestação realizada pela supremacia branca, além de ter pedido pela união nacional. Trump foi criticado por ter incluido a revolta do antifascistas em suas declarações sobre o ocorrido.

Mais cedo neste domingo, a filha e conselheira de Trumo, Ivanka Trump, já havia sido mais direta em suas declarações sobre o ocorrido . “Não deveria haver lugar na sociedade para o racismo, a supremacia branca e os neonazistas. Todos temos de nos unir como americanos – e ser um país unido”, escreveu a americana em sua conta oficial no Twitter.

Confrontos

Durante o confronto entre supremacistas brancos e antifascistas na cidade universitária de Charlottesville, um homem atropelou um grupo de pessoas que protestava contra a marca da extrema-direita. Uma mulher de 32 anos não resistiu aos ferimentos e morreu. O Departamento de Polícia da cidade também confirmou que um helicóptero caiu perto do local dos confrontos, tirando a vida de dois policiais.

O conflito nos Estados Unidos levou a prefeitura da cidade a declarar estado de emergência e citar o ato como uma "iminente guerra civil" em Publicação no Twitter. De acordo com informações divulgadas pelo polícia do Estado de Virgínia, foi realizada a detenção de alguns manifestantes.

A extrema-direita dos país organizou a manifestação em Charlottesville após a cidade ter anunciado a pretensão de remover de um parque municipal a estátua de Robert E. Lee, um general confederado, segundo informações da "BBC News".

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Durante os protesto de sexta-feira, centenas de manifestantes puderam ser vistos carregando tochas e fazendo saudações nazistas enquanto palavras de ordem. Homens e mulheres diziam, por exemplo, "vocês não vão nos substituir", fazendo referência aos imigrantes e "morte aos antifas", que são justamente os antifascistas, grupos de oposição aos neonazistas.

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