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Mesmo com a tensão entre as partes, o presidente dos Estados Unidos afirmou à Bloomberg não ver problema em uma conversa entre eles

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, ao invés de ameaçar o líder norte-coreano, Kim Jong-Um, afirmou neste domingo (1º) estar disposto a se reunir com ele. Segundo a Agência EFE, Trump disse que “sob as circunstâncias adequadas” receberia o ditador para uma conversa.

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Donald Trump: Disse que ficaria
Reprodução
Donald Trump: Disse que ficaria "honrado" em encontrar o ditador Kim Jong-Um


A afirmação de Donald Trump ocorre em meio à escalada de tensão com Pyongyang por seus reiterados testes de mísseis e seu programa nuclear. Em entrevista ao site Bloomberg, o presidente dos Estados Unidos, não descartou a possibilidade de um encontro com o polêmico ditador norte-coreano, porém isso não será algo sem planejamento prévio. "Se isto ocorrer, será sob as circunstâncias adequadas, é claro", disse.

A declaração ocorre um dia após Trump reconhecer que não excluía a opção militar perante as contínuas provocações do regime norte-coreano. A tensão entre os países tem se acirrado de um mês para cá.

Ainda durante a entrevista ao portal de notícias o presidente norte-americano afirmou que se encontrar com Kim Jong-Um o deixaria "honrado". "Muitos políticos nunca diriam isso, mas estou dizendo que sob as circunstâncias adequadas, me reuniria com ele. Temos notícias de última hora", ressaltou o líder dos Estados Unidos.

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Segurança

Pouco mais de 100 dias a frente da presidência dos Estados Unidos, Trump sentiu a escalada de tensões na península coreana, fato esse que se tornou uma das principais ameaças em matéria de segurança para o líder dos Estados Unidos.  Nos últimos dias, ele insistiu que prefere uma solução diplomática com Pyongyang e expressou confiança na mediação do presidente chinês, Xi Jinping, para acalmar as tensões.

As palavras de Trump ocorrem depois que o regime norte-coreano assegurar nesta segunda-feira (1º) que impulsionará "à velocidade máxima" seu programa nuclear, em resposta à crescente pressão exercida sobre o país por parte de Washington.

O último encontro de um alto representante americano com o regime comunista de Pyongyang ocorreu no ano 2000, quando a então secretária de Estado, Madeleine Albright, sob o governo do presidente Bill Clinton, se reuniu na capital norte-coreana com Kim Jong Il, o pai de Kim, para discutir o programa nuclear.  O “convite” de Donald Trump pode ser visto como um sinal de paz por Kim Jong-Um ou como uma nova afronta.

*Com informações da Agência Brasil 

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