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West Sussex Record Office
Cópia da Declaração de Independência dos Estados Unidos encontrada no West Sussex Record Office, no sul da Inglaterra

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Harvard anunciou ter encontrado um segundo pergaminho da Declaração de Independência dos Estados Unidos, informou o jornal "Boston Globe".

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Segundo a publicação, o documento foi descoberto pelas pesquisadoras Emily Sneff e Danielle Allen em um escritório de registros em Chichester, no sul da Inglaterra. Até o momento, existia apenas uma cópia do documento histórico, que é mantida pelo Arquivo Nacional em Washington, capital dos Estados Unidos .

O achado

Emily Sneff encontrou sua primeira pista do manuscrito em agosto de 2015, ao compilar registros para uma base de dados da universidade. "Eu só estava procurando cópias da Declaração de Independência em arquivos britânicos", disse Sneff em entrevista ao jornal “The Guardian”.

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No entanto, a listagem do “West Sussex Record Office”, no sul da Inglaterra, pareceu estranha a Emily, já que mencionava um pergaminho – material que sugeria que o documento foi feito para uma ocasião especial e não que era simplesmente uma cópia. “A descrição era um pouco vaga, mas quando vimos uma imagem e conversamos com um dos funcionários do local começamos a ficar animadas."

Antes que Emily perguntasse, os oficiais britânicos disseram que nunca haviam examinado de perto o manuscrito. Eles o receberam em 1956 de um homem local, que trabalhava em um escritório de advocacia que representava os duques de Richmond. "Quanto mais pesquisávamos, mais descobríamos coisas que o tornavam um documento claramente único e misterioso", afirmou Emily.

De acordo com as pesquisadoras, o documento, datado de 1780, pertencia, originalmente, a um Duque de Richmond conhecido como o "Duque Radical" por seu apoio aos norte-americanos durante a Guerra Revolucionária. As estudiosas acreditam que o novo pergaminho foi produzido em Nova York ou Filadélfia.

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Emily e Danielle planejam publicar seu primeiro artigo este ano na Sociedade Bibliográfica da América, dos Estados Unidos, e ainda estão trabalhando para encontrar mais pistas sobre quem criou o manuscrito e como ele foi parar em Chichester.

* Com informações da Ansa

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