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Polícia Metropolitana de Londres
Segundo a polícia de Londres, britânico agira sozinho, apesar de o atentado ter sido reivindicado pelo Estado Islâmico

A Polícia Metropolitana de Londres afirmou nesta segunda-feira (27) que Khalid Masood, autor do atentado terrorista na ponte e no palácio de Westminster, na última quarta-feira (22), não era ligado ao Estado Islâmico (EI) ou à Al-Qaeda.

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No último fim de semana, a Scotland Yard já havia confirmado que o britânico de 52 anos agira sozinho, apesar de o ataque ter sido reivindicado pelo Estado Islâmico , que o chamara de "soldado do califado". Para a polícia, Masood também não se radicalizou no período em que esteve preso, em 2003, mas tinha um genérico "interesse pela jihad".

De acordo com as autoridades britânicas, o terrorista nasceu em Kent, na Grã-Bretanha, mas atualmente vivia na região das Midlands Ocidentais. Ele estava dirigindo o carro que atropelou e feriu pedestres sobre a Ponte Westminster e também foi ele quem atacou o policial que acabou morto por facadas em frente ao prédio do Parlamento de Londres. Embora a primeira-ministra britânica Theresa May tenha afirmado na última quinta-feira (23) que o autor do atentado já havia sido investigado por terrorismo , a polícia negou.

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O agressor morreu a tiros, após o ataque. Além dele e do policial, outras três pessoas morreram no atentado, que deixou outros 50 feridos. O Parlamento, que fechou no momento do incidente, retomou as atividades na manhã da quinta-feira (23).

Das quarenta pessoas que se feriram, três são policiais, totalizando em 12 vítimas britânicas. Dois são romenos, quatro sul-coreanos, um alemão, um chinês, um irlandês, dois gregos, um português e pelo menos três são estudantes franceses. Das 29 pessoas que amanheceram hospitalizadas na última quinta-feira, sete estavam em estado grave.

Convite ao terror

Semanas antes do atentado, o EI havia disseminado no aplicativo de mensagens Telegram um apelo convidando simpatizantes a atingirem Londres. Masood, cujo nome original era Adrian Russell Ajao, carregava condenações por porte ilegal de armas, desordem pública e furtos.

A reivindicação do atentado pelo Estado Islâmico  foi feita numa publicação compartilhada por um jornalista do jornal alemão Bild . Como o autor do ataque morreu, não há como confirmar se o ataque foi mesmo de autoria do grupo terrorista.

* Com informações da Ansa

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