Prédio da Capes
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Prédio da Capes


O governo federal atrasou o pagamento do Programa Institucional de Iniciação à Docência (Pibid) e o Residência Pedagógica, dois projetos dedicados à formação de professores. Com isso, cerca de 60 mil bolsistas foram prejudicados.


Como explica uma reportagem da Folha de S. Paulo, os pagamentos para esses programas dependem da aprovação de um crédito suplementar pelo Congresso. Há até um projeto que prevê R$ 43 milhões para a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), responsável por gerenciar os dois programas, mas ele está em trâmite desde agosto e a Capes não tem um prazo para regularizar a situação das bolsas.


De acordo com a publicação, os pagamentos das bolsas de R$ 400 para os estudantes de cursos de formação docente e de até R$ 1,5 mil para coordenadores institucionais deveriam ter acontecido no início deste mês de outubro.

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Diante dessa situação, o Fórum Nacional de Coordenadores do Pibid e a Residência Pedagógica apontam o descaso com a área da educação. Já a presidente da Capes, Cláudia Queda de Toledo, comentou o assunto em texto sobre o Dia dos Professores, comemorado nesta sexta-feira (15).



"Os recursos necessários já foram disponibilizados pelo governo federal, mas o crédito precisou ser encaminhado via projeto de lei, já que não há mais permissão legal para a suplementação orçamentária por meio de ato do Executivo", compartilhou ao pedir que o Congresso acelere a votação do projeto para que o recurso seja destinado aos programas.

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