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Desde o início da pandemia do novo Coronavírus, em março, foi preciso reformular a execução de diversas atividades da rotina de todos: de um simples aperto de mão, ir ao supermercado e até mesmo entrar em um condomínio. Em todos os casos, manter-se prevenido, evitando tocar em objetos externos que podem trazer qualquer tipo de contaminação, é a melhor solução para manter a saúde sempre em dia.

E, enquanto os profissionais da saúde fazem a sua parte, a tecnologia também se empenha no combate à disseminação da COVID-19, diminuindo o número de infectados no aprimoramento das formas de controle de acesso. Mas, como a tecnologia, que não está diretamente ligada à saúde, poderia ajudar na limitação de infectados pelo novo vírus? É o que será respondido a seguir.

Já faz um tempo que a biometria facial saiu das telas de cinema para fazer parte da realidade. Hoje, diversos smartphones já possuem desbloqueio de tela por meio da biometria facial e, muito além do que um simples desbloqueio de tela, também está presente em entradas e saídas de condomínios, com uma tecnologia de última geração, que, por meio de um escaneamento facial, realiza um cadastro da face de cada indivíduo, sendo feita a extração tridimensional da geometria da face, mapeando vários pontos do rosto humano, incluindo formato da extremidade, marcas e cicatrizes, distância entre olhos, nariz, boca e diversas outras características que fazem cada pessoa única, fazendo com que o acesso ao local desejado seja exclusivo para ela e, o mais importante, sem que haja a necessidade de tocar em quaisquer objeto.

Em Moscou, na Rússia, foram instaladas mais de 100 mil câmeras de reconhecimento facial, com o objetivo de controlar o lockdown e identificar possíveis detratores da quarentena. Elas ficaram localizadas nas entradas de quase todos os prédios da cidade, controlando suas entradas e saídas. A tecnologia identifica o rosto do indivíduo e envia instantaneamente à polícia, que toma as devidas providências.

O fato é que a adesão ao reconhecimento facial pode trazer ao dia a dia uma nova realidade quando o assunto é segurança, seja no combate a uma pandemia ou no controle de acesso a um condomínio, fazendo com que tudo fique mais seguro de forma eficiente, rápida e prática.

Segundo dados da Allied Market Research, empresa de consultoria e pesquisa de mercado, o setor de reconhecimento facial está em rápida evolução e deve crescer cerca de 21,3% ao ano, movimentando US$ 9,6 bilhões em 2022.

No Brasil, um dos destaques do mercado quando o assunto é tecnologia, inovação e segurança, é a Proansi, uma empresa de tecnologia localizada na região de São José do Rio Preto, São Paulo, que atua em todo o cenário nacional em condomínios de renome.

Com o objetivo de facilitar a vida no condomínio e trazer novas tecnologias, a Proansi investiu em sistemas touchless com o que existe de mais moderno no segmento, adaptando-se a todos os tipos de condomínios, de acordo com suas necessidades. Esses sistemas podem ser utilizados via aplicativo, o myFreedom, também desenvolvido pela Proansi, uma ferramenta que proporciona muito mais praticidade para condomínios e condôminos, e pode ser utilizada até mesmo sem acesso à internet. É uma nova alternativa para a utilização das formas de acesso que necessitam de contato ou cartões de proximidade e biometria.

É com foco na integração da alta tecnologia em prol da segurança, conforto e tranquilidade nas vidas de seus usuários, que a Proansi tem conquistado cada vez mais o mercado e a confiança de seus clientes.

Para ter acesso a mais informações sobre como o reconhecimento facial pode ser um grande aliado na segurança basta acessar:

www.proansi.com.br

(17) 3353-1800



Website: http://www.proansi.com.br/

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