Falar sobre Terceira Guerra Mundial é um pouco como lidar com 'Science Fiction', onde todo mundo acredita que aquilo possa suceder, mas no fundo não acredita. A Coreia do Sul, por exemplo, precisa ter vida normal, mesmo sabendo o que vai sobrar para ela se houver um desentendimento maior dos americanos com os vizinhos do norte.

O que existe de mais recente no tema da Terceira Guerra é o fato de que a revista 'The Economist' trouxe, em sua última capa, o artigo 'A Próxima Guerra'. A revista tem um time de analistas profissionais respeitáveis, por isso devemos prestar atenção ao que dizem. 

As causas para as duas guerras mundiais que rolaram até hoje foram bem estudadas: no caso da Primeira Grande Guerra (1914-1918), o evento-estopim foi o assassinato de Francisco Ferdinando, herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, em Sarajevo, o que levou à guerra entre o Império e a Sérvia. As alianças anteriores entre países fizeram com que todos fossem se envolvendo.

A Segunda Guerra Mundial foi um projeto de Hitler, baseado na reparação do Tratado de Versailles, que tinha medidas fortes contra a Alemanha, de caráter geopolítico e econômico, e também a expansão de suas fronteiras europeias, já que não havia possibilidade de criar colônias, como os ingleses haviam feito com seu império, "onde o sol nunca se punha".

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Com relação à Terceira Guerra, segundo a 'Economist', não é o caso de se focar na ameaça da Coreia do Norte, que em tempo se resolverá, mas nas perspectivas dos próximos 20 anos.

O fato é que Rússia e China não mais desejam aceitar o domínio internacional dos Estados Unidos. Foi assim que a Rússia anexou a Crimeia, e a China criou ilhas artificiais militarizadas, em disputas territoriais nos mares do sul e leste de seu território.

Sobre os robôs assassinos, a discussão é como será a guerra em que máquinas vão a campo para destruir os inimigos, com controle humano, ou não.

As consequências da ação desses robôs autônomos podem ser tão inumanas e devastadoras, que personalidades internacionais como Stephen Hawkings, Elon Musk e Demis Hassabis (Inteligência Artificial) estão entre os mais de mil especialistas a assinar uma carta com posição contrária ao desenvolvimento dessas armas.

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