
Assisto, sempre que posso, às palestras proferidas pelo ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele é considerado uma das principais referências em governança pública. Criou um modelo responsável para a gestão das contas públicas e não se limitou a isso. Avançou em outros temas com muita exatidão, firmeza e determinação.
Homem público respeitado por sua biografia pessoal e trajetória pública, Nardes defende um país determinado a avançar, sem percalços. Com vários mandatos eletivos pelo Rio Grande do Sul, chegou ao TCU com a mesma firmeza com que exerceu seus mandatos.
Pesquisas apontam Flávio Bolsonaro com vantagem sobre o presidente Lula em um eventual segundo turno. Se for vitorioso, terá em Augusto Nardes um nome de prestígio, capaz de unir muitos segmentos da vida nacional.
Nardes discute governança e questões climáticas. Fala vários idiomas e emprega, em suas andanças pelo Brasil, conhecimentos e diretrizes capazes de transformar uma gestão em modelo de referência. Essa é a causa nobre de uma administração pública comprometida com a correção e a transparência das contas públicas.
O país precisa disso: de homens públicos comprometidos com a decência e a responsabilidade ao longo de suas trajetórias. Nada de caramelo estragado ou vinho "batizado" à mesa. É preciso agir com vontade e determinação, mostrando ao Brasil o que deve ser feito para banir os erros que todos presenciam.
Até quando iremos conviver com tantas situações desagradáveis que atolam o Brasil na lama? O próximo governo precisa colocar a governança entre suas principais prioridades. O professor no assunto sabe como apontar caminhos e dar direção a esse propósito.
Flávio Bolsonaro precisa ter ao seu lado pessoas comprometidas com o futuro do país, capazes de recuperar, em tempo recorde, parte do tempo perdido. A voz das ruas espera por isso.
