
Curioso que sou, estava lendo e assistindo ao horário eleitoral de alguns estados. Prestei atenção a uma proposta que leva a uma reflexão necessária neste momento: doenças raras e a saúde pública infantil.
São situações que exigem ação emergencial, deixando de lado qualquer viés político-eleitoral. Quem levantou essas propostas foi Juliana Fidélis, uma das mais importantes vozes na defesa dessas causas, incluindo, nesse contexto, os familiares de servidores das Forças Armadas do país.
Diversos procedimentos são determinantes no cotidiano dessas pessoas. São longas jornadas na busca por diagnósticos precoces, terapias e acesso a medicamentos especializados no sistema público de saúde. Não é nada fácil, certo?
As doenças raras estão visíveis aos olhos de todos nós. O tratamento não é acessível para a população de baixa renda. O Brasil precisa olhar com mais razoabilidade para essas necessidades emergenciais.
Judicializar é uma alternativa para quem necessita. Lendo sobre Juliana Fidélis, vi que seu pai foi um baluarte no Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, o CIAGA, na biblioteca da Marinha. Então, está na causa.
A família militar se dedica ao seu país, enfrentando desafios diários na carreira. Essa discussão, porém, não tem sido uma pauta central no Congresso Nacional.
Essa eleição não está empolgante como outras de anos atrás. Polarizada, enfrenta um certo olhar de desaprovação. O momento está nebuloso nos Poderes da República.
Quem assiste aos programas eleitorais e aos debates torce o nariz por conta do que é apresentado. Quando observamos uma certa notabilidade no conceito das propostas, vemos que Juliana Fidélis sabe o que fala.
