
O poderio americano fez valer sua força. Nicolás Maduro não conseguiu se sustentar diante da ofensiva americana. Donald Trump fez prevalecer o que lhe interessa na Venezuela, com a libertação da ditadura chavista. Trump está de olho no petróleo em terras venezuelanas.
Durante muito tempo, a Venezuela foi uma economia de peso no mundo. Era um país economicamente muito forte. Após os governos que se sucederam, foi decaindo gradativamente, até chegar a um estágio de miserabilidade em todos os sentidos.
Se estivesse “bem na fita”, os venezuelanos não teriam vindo para o Brasil aos centenas de milhares em busca de refúgio social e econômico. Essa é a realidade. O modelo político adotado por lá fracassou. Maduro “amadureceu” demais e caiu do pé — até que durou muito.
Ditaduras que oprimem o povo podem perdurar por algum tempo, mas não resistem ao passar dos anos, quando a população vai às ruas em protestos sistemáticos. Não perduram, não avançam, ficam pelo caminho.
É verdade que Donald Trump mapeou muito bem o território venezuelano, do seu jeito. Quando estava tudo pronto para uma possível invasão, ligou para Maduro. Deve ter dado garantias de vida para ele e sua família. Não ligou para desejar votos de Natal ou Ano Novo. O Ano Novo era para Trump, não para Maduro. Este já sabia disso. A água já batia no seu queixo.
O que Trump preparou para a Venezuela saberemos com o decorrer dos dias. Evidentemente, o candidato “derrotado” por Maduro estará no cenário de reconstrução democrática do país. Corina, idem. O Prêmio Nobel lhe deu autoridade para buscar o melhor para seu povo.
O mundo moderno é assim. A democracia impera entre aqueles que pensam em sua gente. A falta de alimentos e a mão enérgica contra o povo degolam quem assim age. O respirar de um novo dia chegou aos venezuelanos.
Tomara Deus que isso seja uma mensagem positiva para os que tanto desejaram a liberdade. Resta a Maduro pagar o preço daquilo que fez ao seu povo. O mundo moderno quer uma vida plena para todos. Que assim seja.
