Flávio Bolsonaro
Beto Barata / Agência Senado
Flávio Bolsonaro também está atento aos assuntos de Brasília

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) é dos filhos do presidente da República o que tem exercido mais influência na política fluminense. Ele tem sido consultado por candidatos a prefeito também no interior. Flavio tem demonstrado desenvoltura nestas articulações e a condução por parte de seus advogados no processo das rachadinhas não tem atrapalhado as reuniões nos bastidores. Além disso, o senador está atento às discussões que acontecem na capital federal, principalmente na agenda do grupo de juristas convocados pelo deputado Rodrigo Maia pela Câmara dos Deputados para discutir a atualização da lei de lavagem de dinheiro. Uma das ideias propostas neste grupo consultivo é formular um relatório que redunde num projeto de lei legislativo, alterando as regras atuais.

MUDANÇAS NA LEI DE LAVAGEM

A proposta é que lavagem de dinheiro deixe de ser crime em separado e só possa punir acusados que já tenham sido condenados anteriormente. Se a ideia for aceita, Flávio Bolsonaro, por ser primário, não seria mais punido pelas acusações contra ele e o seu ex-colaborador Fabrício Queiroz. Esta será para Flávio Bolsonaro a melhor notícia do ano.

A legislação que prevalece hoje é que lavagem de dinheiro se refere a práticas financeiras que têm por finalidade dissimular ou esconder a origem ilícita de determinados ativos financeiros ou bens patrimoniais, de forma que tais ativos aparentem uma origem legal.

Chumbo grosso trocado

A campanha do prefeito Marcelo Crivella designou Rodrigo Bethlem para os ataques mais pesados contra Eduardo Paes, do DEM. No último, ele chama o adversário de "Dudunóquio", por "mentir demais". O material está sendo divulgado nas redes de Whatsapp. Aliados de Paes dizem que Bethlem não tem credibilidade e que, em 2014, ele desistiu de sua candidatura à reeleição após se envolver num escândalo, após difusão de uma gravação em que ele confessava ter recebido dinheiro de ONG suspeita de desvios de verbas públicas e de ter conta na Suíça.

Violência: custo alto no país

A economista e pesquisadora Érika Costa, formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF), tem defendido a tese que deveria existir investimento nos próximos 10 anos da ordem de R$ 200 bilhões para dar solução de vez ao custo social provocado pela violência no país.

Campanha contra transporte clandestino

A Associação Brasileira das Empresas de Transporte Terrestre de Passageiros (Abrati) lança a campanha nacional "Sua vida vale mais. Diga não ao transporte clandestino". O objetivo é conscientizar a população sobre os riscos de se expor ao transporte irregular às vésperas dos feriados do Servidor Público (30/10) e de Dia de Finados (02/11).

Twittadas do Nuno

Falar em privatizar a saúde em meio a uma crise sanitária grave é, no mínimo, inoportuno. A ideia soa como uma confissão de incompetência e uma vontade desesperada de passar o problema adiante. O essencial, agora, é aperfeiçoar o sistema e dar dignidade aos pacientes e equipes.

A Firjan divulgou dados positivos para o Estado do Rio: crescimento na produção industrial no 3° trimestre e alta no número de empregos pelo 2° mês consecutivo. O estudo se refere à indústria fluminense, localizadas em cidades de grande importância para a sobrevivência do Estado.

No próximo dia 3, em Brasília, os governadores se reunirão com Rodrigo Maia e David Alcolumbre para tratar da vacina contra a Covid-19 . A saúde pública não pode ficar no meio de uma guerra política. Não importa a origem. Se a vacina for eficaz, que seja logo distribuída.

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