Fundo Eleitoral
Jornal de Brasília
Fundo Eleitoral

O fundão eleitoral com dinheiro público – a tentativa de tunga de R$ 6 bilhões do Tesouro – é tão atrativo para os partidos e mandatários quanto contraditório. A ponto de rachar a própria base do Governo de Jair Bolsonaro na Câmara dos Deputados. Bia Kicis (PSL-DF) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) votaram favoravelmente ao aumento do Fundão.

Após polêmica, Carla Zambelli (PSL-SP) e aliados de seu grupo bolsonarista fazem cortina de fumaça e tentam recolher assinaturas para PEC que visa extinguir o Fundo. Mas já existem três projetos de Lei em tramitação na Casa sobre isso, esperando apoio, entre eles o PL 2722/19, apresentado por Paula Belmonte (Cidadania-DF).

Outros dois projetos são o PL 40/19 (de autoria de Kim Kataguiri, do DEM), que extingue o Fundão; e o PL 646/20 (do partido NOVO), que autoriza os recursos não utilizados do Fundão a serem doados a políticas de emergências de saúde pública.

A verdadeira reforma política-eleitoral é a que acaba com Fundão; que extingue o papel de suplente de senador (assumiria o segundo mais votado assume); que proíbe político de abandonar o mandato para ocupar cargos em governos, etc.

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