General Braga Netto
Agência Brasil
General Braga Netto

O suspense gerado na quinta, 22, com a manchete do Estadão sobre suposta fala do general Braga Netto, condicionando a realização das eleições à implementação do voto impresso, só reforça o clima para o Tribunal Superior Eleitoral provar, novamente, o que já faz há 25 anos desde a instalação da urna eletrônica: o aparelho é seguro.

A urna eletrônica é e sempre foi auditável. Antes e depois do pleito. Voto auditável não necessariamente é voto impresso e o presidente do TSE, ministro Luís Barroso, pode explicar isso. Braga Netto e o interlocutor citado, Arthur Lira – presidente da Câmara dos Deputados – negaram a informação. Sem provas de áudio e vídeo, o assunto já esfria devagar, mas fica o total alerta da sociedade para essa questão.

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