Grupo Brickell
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Grupo Brickell

Duplamente investigado pela Lava Jato por operar um banco no Panamá que prestava serviços para empresas de fachada no esquema do ‘Panama Papers’, colaborando para a lavagem de dinheiro de companhias investigadas na Operação da PF, o empresário Nelson Nogueira Pinheiro, seus familiares e o grupo Brickell, de propriedade de Pinheiro, passaram a ser cobrados em 2018 por dívidas junto a credores privados.

A família começou desde então uma dupla manobra para tentar escapar das cobranças. A primeira tentativa, a Justiça vetou em 2020, quando a recuperação judicial foi rejeitada. Mas a família vem conseguindo se desfazer do patrimônio mesmo assim.


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Em 2017, um ano após a segunda batida da Lava Jato em Nelson Pinheiro, a mãe do empresário transferiu para uma holding controlada pela família mais de R$ 22 milhões em imóveis. E no fim de 2019, dois filhos do empresário venderam imóveis, no valor total declarado de R$ 10,5 milhões.


Um deles, um apartamento em São Paulo no valor de R$ 2,98 milhões, foi vendido para o famoso advogado Vinícius Marques de Carvalho, ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).

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