Sérgio Cabral, ex-governador do Rio
Adriane Santi
Sérgio Cabral, ex-governador do Rio

Dos quase 300 réus que foram presos pelas fases da Operação Lava Jato de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo, apenas o ex-governador carioca Sergio Cabral continua na cadeia. Para o Ministério Público Federal, manter Cabral na cela é fundamental na guerra de bastidores com a Polícia Federal.

Quem conhece o outro lado das portas aponta que os procuradores não engolem o fato de a PF fechar acordo de delação premiada – caso de Cabral – com aval do Supremo Tribunal Federal.

O ex-governador teve seu acordo com a PF homologado pelo ministro Edson Fachin, do STF, há um ano. É o único colaborador da Lava Jato que ainda vê o café passar pelas grades toda manhã.

Fernando Cavendish, da Delta, com muitos contratos fraudulentos – em especial no Rio – fechou delação com o MPF, foi condenado a 11 anos de prisão recentemente, e segue em prisão domiciliar.

Cabral, que chegou a ser cotado para vice na chapa de Dilma Rousseff , amarga por ora 17 condenações que somam mais de 300 anos de prisão nas costas.

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