Itapemirim
Revista Capital Econômico
Itapemirim

A Itapemirim, maior empresa de ônibus de viagens interestaduais do País, entrou em rotas judiciais que colocaram em colisão a família do fundador Camilo Cola e o novo presidente do grupo, Sidnei Piva de Jesus – que adquiriu a empresa a preço simbólico num processo de recuperação judicial. 

O caso já ultrapassou os trâmites judiciais e chegou à Polícia de São Paulo, que investiga manipulação de contratos, não cumprimento de cláusulas, retiradas de altos valores dos caixas, desvio de finalidades do acordo e falsidade ideológica por parte de Piva, denunciado pelos herdeiros de Cola, que pretendem retomar a empresa. 

Piva já indicou que pretende retomar a companhia aérea da marca (que atuou no transporte de cargas com Boeings). Já a família do fundador avisa que é balela.

Todos os novos administradores da Itapemirim estão na mira da Justiça e da Polícia, enquanto Piva processa os Cola por denunciação caluniosa. 

Atualização terça (16/2), 11h14 : Em nota à Coluna , o Grupo Itapemirim informou que “reforça que seu plano de Recuperação Judicial segue em pleno vigor, com cumprimento fiel de todos os pagamentos dos credores concursais. Qualquer acusação contrária a esse fato foi, anteriormente, rechaçada em âmbito legal. Destaca-se aqui decisão do desembargador, datada de 13 de janeiro de 2021 e emitida pela 1ª Câmara Reservada de Direito Empresarial em Segunda instância, que confirma idoneidade da empresa ao concluir que não foi localizado qualquer descumprimento do plano. A companhia reforça, ainda, que não existem novos gestores no organograma do negócio, e Sidnei Piva de Jesus segue como único proprietário da empresa”.

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